Um ano após decreto, país reutiliza menos de 200 armas das mais de 135 mil apreendidas
Decreto de dezembro de 2016 abriu a possibilidade de armas apreendidas serem doadas para forças de segurança do país. Exército e especialistas citam falta de procedência e más condições como motivo para baixo número de doações.
pós quase um ano do decreto que abriu a possibilidade de armas apreendidas serem reutilizadas por forças de segurança do país, um levantamento do G1 aponta que menos de 200 armamentos se enquadraram na nova legislação e deixaram de ser destruídos para encontrar novo uso na mão de policiais e de integrantes das Forças Armadas. No mesmo período, mais de 135 mil armas foram inutilizadas e destruídas.
Antes do decreto de número 8.938, de 21 de dezembro de 2016, todas as armas apreendidas em crimes e operações policiais e as entregues pela população na Campanha do Desarmamento precisavam ser destruídas. Com o decreto, fuzis e metralhadoras em boas condições podem agora ser doados para órgãos de segurança pública.
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