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Temer negocia portaria que pode liberar R$ 200 milhões a sindicatos


O presidente Michel Temer recebeu sindicalistas no Palácio do Planalto nesta quinta-feira (30) para negociar uma portaria que vai desbloquear recursos represados da contribuição sindical. A estimativa das entidades é de que entre R$ 150 milhões e R$ 200 milhões sejam liberados.

Novos encontros estão previstos nas próximas semanas com o Ministério do Trabalho e sindicalistas esperam a portaria já para meados de setembro.

No início do ano, a CGU (Controladoria-Geral da União) apontou fraudes na contribuição sindical no Ministério do Trabalho e, com isso, foi suspenso o repasse de R$ 500 milhões a centrais sindicais.

O dinheiro é referente a um saldo residual da contribuição obrigatória, que foi extinta desde que a reforma trabalhista entrou em vigor, em novembro de 2017.

A portaria vai liberar parte dos recursos, apenas referentes àqueles que os sindicatos provarem que não há irregularidades.

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Participaram do encontro os ministros Eduardo Guardia (Fazenda), Caio Luiz de Almeida Vieira de Mello (Trabalho) e Grace Maria Fernandes Mendonça (AGU) Advogada-Geral da União.

O presidente interino da Força Sindical Miguel Torres, e o secretário de Relações Internacionais da UGT, Lourenço Ferreira do Prado, também estiveram presentes.

As negociações ocorrem nos últimos meses do governo Temer e num momento em que há dificuldade da equipe econômica de fechar as contas públicas. Essa semana, Temer decidiu conceder o reajuste salarial para juízes federais e também para os servidores públicos da União.

Essas medidas impedirão o governo de economizar, pelo menos, R$ 8 bilhões no Orçamento do próximo ano.

A equipe econômica queria adiar o reajuste dos servidores federais para 2020 para garantir a maior parte dessa economia (R$ 6,9 bilhões, em 2019).

Mas, como o presidente fechou um acordo com o STF (Supremo Tribunal Federal) -de conceder o reajuste de 16,38% para o Judiciário federal- ficaria em uma saia justa se não concedesse o aumento para os servidores do Poder Executivo. Com informações da Folhapress.

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