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sexta-feira, 30 de abril de 2021

Sem dinheiro para o aluguel, famílias formam novas favelas em SP

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Desde dezembro, a dona de casa Karine Alcântara Silveira, 41, vive com o filho Fernando, 15, em uma tenda de lona na favela Penha Brasil. A ocupação de moradia surgiu naquele mesmo mês na Vila Dionísia, distrito da Cachoeirinha, na zona norte de São Paulo.

Até então, o dinheiro que Karine recebia da Prefeitura de São Paulo pagava o aluguel em uma casa, mas o auxílio foi interrompido. "Disseram que acabou o prazo que tinham pra me dar, mas por eu ter o menino, acho que não era para ter cortado, né?".

Assim, ela passou a contar só com o auxílio-doença de R$ 1.100 para cobrir parte dos tratamentos para uma deficiência intelectual do filho. "As coisas foram apertando", relata.

Despejada, Karine buscou abrigo em uma favela próxima onde conhecia alguns moradores. Não encontrou nada, mas foi avisada de um movimento. "Me falaram que o pessoal estava vendo um terreno da Prefeitura, na rua de trás. Falaram que eu poderia ir para construir alguma coisa junto com outras famílias", lembra.

A história de Karine se repete na capital e na Grande São Paulo. Afetados pela pandemia com a perda de renda e sem condição de pagar aluguel, restou a esses moradores procurar lugar em alguma favela ou se unir a um grupo para ocupar terrenos ociosos das cidades.

Estimativas do Observatório das Remoções apontam para ao menos cinco novas ocupações que surgiram na região metropolitana durante a pandemia com essas características.

"Temos notícias ainda de várias outras ocupações menores e bastante precárias em praças ou beiras de córregos, em que as famílias são expulsas de maneira muito rápida e passam a procurar outras áreas para morar", afirma Débora Ungaretti, pesquisadora do LabCidade, ligado à FAU-USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo).

A situação começou a se agravar ano passado, quando moradores despejados passaram a inflar comunidades que já existiam como a favela da Pullman, na zona sul, e a Jardim Julieta, na zona norte. Com a interrupção do auxílio emergencial em dezembro e o aumento do preço dos alimentos, a situação tem levado cada vez mais gente para essas regiões.

Nessas novas comunidades, as pessoas se aglomeram em pequenos cômodos, construídos com pedaços de madeira recolhidos no lixo ou em comércios, além de papelão e outros materiais usados para demarcar a moradia de cada um. Serviços de água e luz não costumam atender essas localidades. Para isso, contam com ajuda de vizinhos e familiares.

Há cinco anos, a cabeleireira Roseli Souza, 49, está desempregada e vive com R$ 200 por mês –o que não banca um aluguel. Divide um barraco com as filhas, um filho com deficiência auditiva, quatro netos e o marido com dificuldade de locomoção por causa de uma hérnia de disco.

Se dividido, o valor que a família recebe do governo pela quantidade de pessoas, cada um pode gastar cerca de R$ 0,74 por dia na casa.

Ela também foi parar na Penha Brasil. "Vim para cá e agora querem nos tirar daqui. Desta terra que estava abandonada há 30 anos. Agora que chegamos o pastor se faz de vivo e presente?", questiona.

O local ocupado pelas famílias está sob o nome do líder da Igreja Internacional da Graça de Deus, Romildo Ribeiro Soares, mais conhecido por seus seguidores como R.R. Soares, dono de empresas e veículos de comunicação.

Apesar das críticas ao pastor, a cabeleireira diz que está vivendo "da graça de Deus", que toca no coração de um homem que leva mensalmente uma cesta básica para ela.

Agora, os advogados da Igreja entraram na Justiça alegando que a ocupação ocorreu de forma criminosa. Roseli, por sua vez, afirma não ter opção. "Se acontecer, é pegar meus filhos e ir para debaixo da ponte ou caçar outro terreno porque não tenho condições."

Procurada para responder às críticas dos moradores, a Igreja Internacional não respondeu até a publicação desta reportagem.
Segundo a líder comunitária Ana Paula da Silva, 36, da favela da Penha, a maioria das famílias ali perdeu o auxílio-aluguel antes pago pela Prefeitura de São Paulo. "Aqui cresceu muito rápido, em apenas cinco meses. Foi o lugar em que as pessoas acharam para levantar seus barraquinhos", diz.

Na ocupação Terra Prometida, no Jardim Vera Cruz (zona sul),, a situação das famílias da ocupação é de extrema pobreza, descreve Ana Claudia Hilario Barbosa, 40, liderança local.

Felipe Carlos Carvalho, 29, da comuiudade Nova Canaã, na zona sul, também observou aumento das pessoas em busca de lugar para morar. "Só aqui onde eu moro tem três ocupações."

Nas contas das lideranças, a Terra Prometida tem cerca de 4.000 famílias. Outra ocupação reúne cerca de 1.500, e a terceira 200.

No bairro de Iguatemi, zona leste da capital, limite com o município de Mauá, duas ocupações surgiram nos últimos meses de acordo com moradores. Nos municípios vizinhos, na Grande São Paulo, também há novas ocupações, segundo o LabCidade, que cita São Bernardo do Campo e Diadema.

Larissa Lacerda, pesquisadora do LabCidade, vê dificuldades em mapear a demanda e as novas ocupações por falta de dados. "Pesquisas como o Censo, realizado pelo IBGE e cancelado neste ano pelo governo federal, poderiam nos oferecer esses dados ou algo aproximado", opina.

Ocupações podem ser formadas e removidas em um período muito curto, aponta, e às vezes nem mesmo os pesquisadores da área ficam sabendo.

"Há uma população flutuante, posta em constante deslocamento em busca de uma nova solução, sempre provisória, de moradia. Grupos sociais que já eram submetidos a processos variados de precarização [como famílias lideradas por mulheres negras] se viram agora em condições ainda mais adversas", observa.

Sua colega Débora Ungaretti enumera políticas públicas que poderiam ser adotadas para impedir o agravamento da situação habitacional: "Suspensão de despejos, reintegrações de posse, desapropriações de áreas ocupadas e outras formas de remoção com ou sem ordem judicial".

Questionada, a Prefeitura de São Paulo não respondeu sobre o corte do auxílio aluguel, mas afirmou que tomou medidas como a suspensão da cobrança de parcelas de financiamento e aluguel de suas unidades habitacionais, numa ação que beneficiaria mais de 38 mil famílias.

Disse ainda que entregou 29 mil unidades habitacionais desde 2017 , com mais 6.600 previstas para 2021, e que o trabalho de regularização fundiária beneficiou mais de 172,4 mil famílias, com ações de urbanização que permitem o direito à posse e à permanência dos moradores.

Fonte: Noticias ao Minuto

Atriz Esme Bianco processa Marilyn Manson por tortura e estupro

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A atriz de Game of Thrones, Esme Bianco, 38, processa o roqueiro Marilyn Manson, 52, por abuso sexual, agressão e espancamento, além de tráfico de pessoas. Ela é a primeira das várias mulheres que denunciaram Manson, incluindo a atriz Evan Rachel Wood, a entrar com um processo civil contra o roqueiro.

"Por muito tempo meu agressor foi deixado sem controle, graças ao dinheiro, fama e uma indústria que fez vista grossa", escreveu Bianco em um comunicado à People.

Bianco disse que, mesmo com as inúmeras mulheres corajosas que denunciaram Manson, incontáveis sobreviventes permanecem silenciados e algumas nunca serão ouvidas.

"Minha esperança é que, levantando a minha, eu ajude a impedir Brian Warner [nome verdadeiro do roqueiro] de destruir mais vidas e capacite outras vítimas a buscarem sua própria pequena medida de justiça", ela continuou.

O empresário de Manson, Tony Ciulla, que é citado no processo, e um advogado do Manson não responderam ao pedido da People para comentar o caso.

A atriz disse que a primeira vez que Manson a abordou foi após o divórcio dele de Dita Von Teese em 2007, pedindo fotos nuas. Dois anos depois, Manson voou com Bianco para Los Angeles para gravar um videoclipe para uma de suas canções, quando o abuso sexual começou a ocorrer.

"Ela não recebeu comida durante os quatro dias que passou em Los Angeles, mas sim drogas e álcool", diz o processo. "A senhora Bianco foi ameaçada e fisicamente espancada pelo senhor Warner. O senhor. Warner disse repetidamente à senhora. Bianco que iria ao quarto dela e a estupraria durante a noite",

No processo, a atriz alega ainda que o roqueiro tentou forçá-la a praticar atos sexuais diante das câmeras com outra mulher que estava presente durante as filmagens.

"Talvez o mais horripilante seja o fato de o senhor Warner trancar a senhora Bianco no quarto, amarrá-la ajoelhada e espancá-la com um chicote que o senhor. Warner disse ter sido utilizado pelos nazistas. Ele também a eletrocutou".

ENTENDA O CASO

Manson se posicionou em suas redes sociais após ser acusado de assédio e estupro por diversas mulheres. "Obviamente minha arte e minha vida sempre foram ímãs para polêmica, mas essas afirmações recentes sobre mim são horríveis distorções da realidade", escreveu em seu Instagram.

"Meus relacionamentos íntimos sempre foram totalmente consensuais com companheiras que pensam como eu. Independentemente de como, e por quê, outras estão optando hoje por manipular o passado, esta é a verdade", completou o artista.

Essa é a primeira manifestação pública da parte do cantor desde que sua ex-noiva, a atriz Evan Rachel Wood, 33, o acusou de ter cometido abusos e violência doméstica contra ela. "Ele começou a me assediar quando eu ainda era uma adolescente e abusou terrivelmente de mim por anos", afirmou a atriz. Os dois começaram o relacionamento quando Rachel Wood tinha 19 e Marilyn Manson 36.

Os artistas namoraram oficialmente entre 2006 e 2010, e em 2018 a atriz chegou a prestar depoimento no Comitê de Assuntos Judiciais da Câmara dos Representantes, para contar sobre os abusos físicos e psicológicos que sofreu como vítima e também relatou já ter sofrido estupros. Evan Rachel Wood revelou o nome de seu abusador apenas nesta segunda-feira (1).

Segundo a Vanity Fair, além da atriz, outras quatro mulheres que afirmam ter tido relações afetivas com o cantor também acusaram o artista de manipulação, assédio e abusos. Uma delas, que esteve com Marilyn Manson em 2015 também menciona vários estupros.

A atriz Rose McGowan, 47, conhecida por estar em séries como "Era Uma Vez" (2011), que esteve com o cantor no início dos anos 2000 disse: "Apoio Evan Rachel Wood e as outras mulheres corajosas que deram um passo à frente".

Após as acusações se tornarem públicas a gravadora do cantor rompeu o contrato com ele. A Loma Vista Records apagou a página do cantor em seu site e declarou ao site The Hollywood Reporter que "não vai mais promover o álbum recente de Marilyn Manson ou trabalhar com ele em projetos futuros".

Fonte: Noticias ao Minuto

Dólar sobe para R$ 5,43, mas tem primeira queda mensal desde dezembro

Num dia de ajustes no mercado internacional, o dólar teve a maior alta diária em um mês. Mesmo assim, a moeda norte-americana encerrou abril com a primeira queda mensal desde dezembro. A bolsa de valores recuou nesta sexta-feira (30), mas alcançou a segunda alta mensal consecutiva.

O dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,432, com alta de R$ 0,096 (+1,79%). A divisa começou o dia com queda, chegando a R$ 5,33 pouco antes das 10h, mas inverteu o movimento e passou a subir após a abertura do mercado nos Estados Unidos.

Essa foi a maior valorização diária desde 24 de março, quando o dólar tinha subido 2,2%. No exterior, o dólar também subiu perante as principais moedas, com investidores comprando a divisa para realizarem lucros e embolsarem ganhos recentes em outros mercados. Apesar da alta, a moeda norte-americana acumulou queda de 3,53% em abril e alta de 4,62% em 2021.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela realização de lucros. O índice Ibovespa, da B3, encerrou a sexta-feira aos 118.894 pontos, com queda de 0,98%. O indicador oscilou bastante durante a sessão, chegando a registrar um breve momento de alta por volta das 15h30, mas consolidou a queda nas horas finais de negociação.

Apesar de ter encerrado a semana com queda de 1,36%, o Ibovespa fechou abril com alta de 1,94%. Desde o início de março, quando atingiu o pior nível no ano, o indicador subiu quase 10 mil pontos.

Abril foi marcado pelo alívio no mercado doméstico e internacional. No exterior, a pressão sobre o dólar caiu depois que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) garantiu que manterá a política de estímulos para a maior economia do planeta recuperar-se da pandemia de covid-19 e não aumentará os juros tão cedo. Além disso, o presidente Joe Biden anunciou dois pacotes, no total de US$ 4 trilhões, voltados para investimentos em infraestrutura e para ajuda a famílias vulneráveis.

No Brasil, o fechamento de um acordo sobre o Orçamento de 2021 contribuiu para aliviar o mercado. Após semanas de receio dos investidores de que o texto aprovado pelo Congresso levasse à violação do teto de gastos com emendas parlamentares, o Orçamento foi sancionado no último dia 22 com vetos parciais de R$ 19,8 bilhões e um bloqueio temporário de R$ 9,2 bilhões. 

Com informações da Agência Brasil 

Fonte: Noticias ao Minuto

Daniela Mercury explica como é viver com imunodeficiência primária

Daniela Mercury compartilhou com os seus seguidores do Instagram o fato de ter sido inoculada contra a Covid-19. Radiante por ter recebido a primeira dose da vacina, que espera dar-lhe agora mais proteção contra a Covid-19, a cantora aproveitou a ocasião para falar sobre uma doença com a qual lida há vários anos: a imunodeficiência primária.

"Estamos na Semana Mundial da Imunodeficiência Primária e eu aproveito esta oportunidade para chamar a atenção para esta doença e para esse grupo de pacientes, do qual eu também faço parte", começou revelando sua condição.

"A Imunodeficiência primária é uma falha no sistema de anticorpos do corpo humano", explica, dando conta de que só percebeu que algo não estava bem consigo quando há uns anos ficou doente repetidamente e investigou, junto dos seus médicos, o problema.

"O meu corpo produz anticorpos, mas eles só funcionam parcialmente. Pacientes como eu têm uma maior probabilidade de infecção grave pulmonar, entre outras doenças. O nosso maior remédio é a prevenção e, por isso, a vacina contra a Covid, assim como outras vacinas, é tão importante para este grupo", realça.

Apesar de ligeiramente mais protegida, visto que terá ainda de levar a segunda dose da vacina, Daniela promete continuar a manter os cuidados de prevenção para evitar ser contagiada. 

"Continuo isolada, me cuidando, sendo cuidada e protegendo a minha família. Mesmo após a vacina, siga os protocolos, use máscara, mantenha o distanciamento social e use álcool gel nas mãos. Vamos vencer o coronavírus juntos", termina.

 

Fonte: Noticias ao Minuto

Queiroga anuncia chegada de 4 milhões de doses de vacinas da Covax Facility

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Cerca de 4 milhões de doses de vacinas contra a Covid do consórcio Covax Facility chegarão ao Brasil neste final de semana, informou nesta sexta-feira (30) o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

A previsão de entrega de novas doses do consórcio em maio já havia sido anunciada pela pasta, mas a data de entrega ainda não tinha sido confirmada.
Segundo o ministério, deste total, cerca de 220 mil doses chegam no sábado (1º ) e 3,8 milhões virão por meio de dois voos no domingo (2).

As doses serão da vacina AstraZeneca/Oxford e fazem parte do acordo firmado pelo Brasil junto ao consório vinculado à Organização Mundial de Saúde, o qual vinha sendo alvo de atrasos nas entregas nos últimos meses.

O volume total do acordo prevê 42,5 milhões de doses até o fim deste ano. Deste total, porém, só 1 milhão de doses havia sido entregue até o momento.

Fonte: Noticias ao Minuto

Banco Central nega falha de segurança no Pix e adverte contra golpes

Eventuais golpes que ocorram por meio do Pix decorrem da manipulação de contextos sociais por fraudadores, não de falhas de segurança no sistema, advertiu hoje (30) o Banco Central (BC), no encerramento da campanha O Pix é novo, mas os golpes são antigos. Segundo a autoridade monetária, cabe ao usuário precaver-se para não ser lesado.

“Em situações de medo ou ganância, pare e pense no contexto e se faz sentido. Então, tome domínio da situação”, disse o chefe-adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central, Carlos Eduardo Brandt, no painel de encerramento da campanha, transmitido ao vivo pela internet.

Segundo os participantes do evento, o Pix representa apenas um meio de pagamento, que não está relacionado diretamente ao descuido de quem cai numa fraude. Os participantes do evento listaram os principais golpes: pedido de dinheiro por aplicativo de mensagem clonado (Whatsapp ou Telegram) de amigos e conhecidos; SMS, e-mail ou ligações que pedem atualização de cadastros com links para páginas falsas e lojas virtuais falsas que jamais enviam os produtos comprados.

Nessas situações, o Pix, informou o Banco Central, é mais seguro que os mecanismos tradicionais de transferência. Isso porque a ferramenta fornece as informações do receptor do pagamento, como nome completo e parte do número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ). Cabe ao usuário conferir os dados de quem recebe a transferência.

Os participantes do painel deram dicas para evitar cair em golpes. No caso de clonagem de aplicativos de mensagens, deve-se telefonar para a pessoa para confirmar o pedido de dinheiro. No caso de atualizações cadastrais que resultem na clonagem da conta bancária, o cliente jamais deve clicar em links enviados e deve ligar de volta para a instituição financeira para perguntar se os dados bancários estão em dia.

Em relação a lojas virtuais falsas, o usuário deve primeiramente verificar se o endereço da página, que se parece com o da loja original, tem alguma letra trocada e desconfiar de produtos e de serviços em condições supervantajosas. Por fim, o consumidor pode tentar navegar no site para ver se a página é verdadeira.

Com informações da Agência Brasil

Fonte: Noticias ao Minuto

Karol Conká diz que se apega em conselho de Juliette do BBB 21

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A cantora Karol Conká, ex participante do Big Brother Brasil 21, disse nesta sexta (30) no programa Encontro, de Fátima Bernardes, que um conselho de Juliette, recebido durante o confinamento, tem ajudado a seguir em frente. A cantora tem sofrido rejeição devido às suas atitudes dentro do realiy.

A cantora, que esteve no programa Encontro para falar do documentário "A Vida Depois do Tombo", declarou a sua torcida por Juliette, que ela colocou em primeiro lugar no seu pódio. Fiuk ficou em segundo e Gilberto na terceira posição.

"No meio dos meus surtos, eu procurava Juliette, a quem chamava de fair play, e ela me dizia uma coisa que venho refletindo e pondo em prática. O que vai te definir não é o seu erro, mas como você vai lidar com ele", disse.

Karol revelou que antes de entrar no BBB buscou ajuda psicológica, mas não deu continuidade. Ela disse que aceitou o convite para participar do reality em busca de aventura, para se sentir mais viva e ter uma nova energia. No entanto, admitiu que se autossabotou no programa.

"Fui muito machucada e machuquei os outros também. Quando era Karoline me sentia rejeitada, criei o alter ego Karol Conká e senti a força. Acabei me afastando da minha essência e agora percebo o quanto a Karol Conká precisa da Karoline", explicou.

A cantora admitiu que conflito com o participante do reality Lucas Penteado estavam relacionados à semelhança entre ele o seu pai, que era alcoólatra.

"Eu via uma semelhança entre ele e o meu pai e me senti machucada. O certo era eu entrar no confessionário e falar com o psicólogo, mas explodi. Tinha muita raiva no olhar. Essa é uma das cenas que mais me machucaram. Fiquei realmente envergonhada e enojada", disse.

Fonte: Noticias ao Minuto

Pressionado, Mancini tem respaldo da diretoria para se garantir no Corinthians

A derrota para o Peñarol, na quinta-feira, na Neo Química Arena, e o risco de ficar fora da Copa Sul-Americana complicaram de vez a situação do técnico Vagner Mancini no Corinthians. Pressionado pelas exibições ruins da equipe nesta temporada, o treinador já enfrenta forte resistência no clube para dar sequência ao seu trabalho à frente do grupo. Nem mesmo a classificação encaminhada para as quartas de final do Campeonato Paulista parece amenizar a pressão imposta por parte da torcida.

Além de não mostrar um futebol convincente, o Corinthians vem apresentando percalços ao longo da temporada 2021. Esteve perto de ser eliminado na Copa do Brasil pelo modesto Retrô-PE (venceu nos pênaltis após empate no tempo normal) e na fase de grupos da Sul-Americana está em situação delicada (vice-lanterna do Grupo E com um ponto em duas rodadas).

Mancini encara a situação como natural no futebol, mas minimizou o fato de a torcida estar insatisfeita com seu trabalho. "Pressão a gente vive todo dia e no futebol todos os jogos são decisivos. Sabemos o que estamos fazendo. Fomos superiores e a derrota veio em cima de dois erros", declarou o treinador.

Mas o fato é que ele já está desgastado com o grupo. O atacante Luan já manifestou seu descontentamento. O desabafo de Fábio Santos em cima da derrota para o Peñarol aumentou a tensão que cerca o trabalho do comandante corintiano.

Os números também mostram que o time não consegue decolar. Sob a batuta de Mancini, foram 18 jogos com oito vitórias, cinco empates e cinco derrotas. Um aproveitamento de 53,7% que aponta para um desempenho mediano. Um mau resultado diante do São Paulo na Neo Química Arena neste domingo, pelo Estadual, pode minar de vez o seu trabalho no clube.

A semana que se aproxima apresenta um jogo que pode ser definitivo. Na próxima quinta-feira, o confronto é diante do Sport Huancayo fora de casa. Uma nova derrota pode selar de vez a eliminação corintiana na Sul-Americana, indicando um cenário ainda mais tenso.

Fonte: Noticias ao Minuto

Mortos por Covid-19 equivalem às populações de 128 cidades paulistas

RIBEIRÃO PRETO, SP (FOLHAPRESS) - A pequenina Motuca (SP) viveu momentos de apreensão nos últimos dois meses devido ao agravamento da pandemia de Covid-19. Sem uma rede hospitalar com UTI (Unidade de Terapia Intensiva), ela dependia de Araraquara (a 273 km de São Paulo), da qual um dia já foi distrito para internar seus pacientes.

No entanto, a circulação da variante brasileira do coronavírus fez com que as UTIs de Araraquara ficassem por semanas com ocupação de 100% de seus leitos, o que obrigou Motuca, que tem 4.795 habitantes, a levar seus pacientes para municípios distantes até 185 quilômetros.

A típica cidade interiorana, porém, seria uma das 128 localidades varridas do mapa -as menores do estado– caso as 400 mil mortes relacionadas à Covid-19, registradas nesta quinta (29), estivessem concentradas nos pequenos municípios paulistas. Juntas, elas têm pouco mais de 403 mil habitantes, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Uma em cada cinco das 645 cidades de São Paulo também sumiria do mapa -desde a menor delas, Borá, com seus 838 habitantes, até Motuca.

Toda a população de Borá, aliás, poderia ter desaparecido logo nas primeiras semanas da pandemia, já que em 9 de abril do ano passado o país acumulava 957 óbitos.

"Temos pedido sempre que a população colabore, é o que tem de ser feito. Fui com o prefeito num assentamento e passamos por uma cachoeira, que faz parte de outro município, e tinha umas 40 pessoas sem máscaras tomando banho, aglomeradas. Se não houver conscientização, a tendência é só piorar", afirmou Márcio Contarim, secretário da Saúde de Motuca.

Com 7 óbitos registrados dentre 266 casos de infecção confirmados de Covid-19, a cidade tem atualmente três pacientes internados em Araraquara, segundo a secretaria de Saúde do município vizinho.

Motuca, até sua emancipação, em 1993, era distrito de Araraquara, cidade que se tornou símbolo do avanço da variante P.1 do vírus, viu explodir casos, internações e mortes e foi a primeira a decretar lockdown, em fevereiro.

Com a rede hospitalar de sua cidade referência lotada, Motuca enviou pacientes para São Carlos (77 quilômetros) e até Ituverava, distante 185 quilômetros.

"A variante P.1 preocupa, mas, geralmente, temos condições de estabilizar os casos na unidade de saúde local, que tem atendimento 24 horas e sala de urgência com respirador [até a internação]", disse Contarim.

Uma das preocupações na cidade é a realização de festas não autorizadas, que têm sido coibidas pela Polícia Militar e pela fiscalização municipal.

Da lista de 128 cidades paulistas cujas populações, somadas, equivalem às 400 mil vítimas da Covid-19 registradas no país desde o início da pandemia, ainda estão localidades espalhadas por praticamente todas as regiões do estado, como Ribeirão Corrente e Jeriquara, na região de Franca, Marinópolis e Turmalina, na região de São José do Rio Preto, ou Nova Guataporanga, na região de Presidente Prudente.

Em geral, elas têm pequenas unidades de atendimento de saúde aos seus moradores, sem leitos de UTI, o que amplia a preocupação em meio à escalada na ocupação de leitos intensivos registrada nos últimos meses.

A lista inclui Monteiro Lobato, que, com seus 4.696 moradores, registrou um aumento grande de casos entre março e abril. Sem UTI, a cidade do Vale do Paraíba tem como referência hospitalar São José dos Campos e possui apenas uma UBS (Unidade Básica de Saúde) e uma equipe de saúde da família. Por isso, desde o ano passado a prefeitura contratou até seguranças privados para dispersar aglomerações, inclusive de turistas.

Ex-distrito de São José dos Campos, ganhou o nome em 1949, em homenagem ao escritor, que viveu na Fazenda do Buquira.

Embora seja pouco populosa, registra grande fluxo de veículos que passa pela cidade, já que é rota para o sul de Minas Gerais ou para cidades como Campos do Jordão.

Hoje, Monteiro Lobato tem cinco mortes confirmadas e 224 casos confirmados de Covid-19. Cinco pacientes fazem o tratamento em casa e não havia nesta semana nenhum paciente internado em enfermaria ou UTI.

"Estávamos tranquilos quando começamos [o mandato, em janeiro], mas, de repente, em março, houve aquele pico. Felizmente, achamos que já conseguimos passar pela fase mais difícil. Os índices de internação no Vale estão melhorando. Mas a preocupação tem de ser diária", disse o secretário da Saúde da cidade, João Francisco Ferreira.

Em Mira Estrela, cidade de 3.106 habitantes na região de Rio Preto, a prefeitura decidiu adotar lockdown em março, seguindo o que fizeram o maior município da região e outras dez cidades, devido à lotação nas UTIs de Rio Preto.

Então com quatro óbitos e 156 casos, hoje Mira Estrela tem nove mortes e 289 confirmações da doença, segundo dados do governo paulista.

De todas as cidades que desapareceriam nesse cenário hipotético, apenas Borá, Fernão e Sagres (as duas últimas com 1.727 e 2.430 habitantes, respectivamente) não registraram até esta semana óbitos ligados ao coronavírus.

Fonte: Noticias ao Minuto

Senado aprova PL que prevê quebra de patentes de vacinas e remédios contra covid

O Senado aprovou, nesta quinta-feira, 29, o projeto que autoriza a quebra de patentes para vacinas e medicamentos relacionados ao combate à pandemia de covid-19, por 55 votos a 19. O relator, senador Nelsinho Trad (PSD-MS), alterou o texto original após críticas do governo federal e do setor empresarial. A nova versão, porém, ainda é alvo de questionamentos.

Com a quebra de patentes, a produção de imunizantes, insumos e remédios com eficácia comprovada contra a covid-19 não precisariam observar os direitos de propriedade industrial durante a pandemia do novo coronavírus. No âmbito internacional, países tentam aprovar essa medida na Organização Mundial do Comércio (OMC). O projeto aprovado ainda dependerá da Câmara dos Deputados. Se for sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro, o Executivo terá 30 dias para regulamentar a nova lei.

O relator retirou do projeto o dispositivo que desobrigava o Brasil a cumprir acordos internacionais. Por outro lado, a versão aprovada autoriza a licença compulsória quando a empresa que detém o produto não suprir o mercado de forma suficiente em uma situação de emergência como a do novo coronavírus. Além disso, o relatório fixa uma remuneração provisória ao dono da patente equivalente a 1,5% sobre o preço líquido de venda do produto a ela associado até que o valor seja definitivamente definido.

A proposta do relator é criar duas etapas no processo de licenças compulsórias. Na primeira, o Executivo deverá publicar, em até 30 dias, uma lista de patentes relacionadas a produtos e processos essenciais para o combate à pandemia. As vacinas contra o novo coronavírus e suas variantes e o medicamento Remdesivir, usado no tratamento de pessoas hospitalizadas com covid-19, deverão estar inclusas. Na segunda fase, seriam efetivamente concedidas licenças das patentes da lista para as quais surgissem propostas no mercado com comprovação da capacidade de produção e investimentos no País, em um novo prazo de 30 dias.

Mesmo após as alterações, o vice-líder do governo no Senado Carlos Viana (PSD-MG) insistiu em alegar que o texto abriria caminho para o Brasil descumprir acordos internacionais e sustentou que o País poderia deixar de receber 200 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 nos próximos meses se procedesse à quebra de patentes.

"Ao invés de salvar vidas, estaremos condenando mais brasileiros à morte aos montes, como está acontecendo agora na Índia e como nós, brasileiros, assistimos todos os dias", disse o mineiro.

Primeiro vice-líder do Podemos na Casa, Oriovisto Guimarães (PR) afirmou que o projeto "tem tudo para ser questionado no Supremo Tribunal Federal e, em chegando ao presidente, tem tudo para ser vetado".

A líder da bancada feminina, Simone Tebet (MDB-MS), apontou que, mesmo se declarando uma liberal na economia, considera a aprovação da proposta necessária para aumentar a disponibilidade de vacinas no País. "Entre a lei de mercado, aqueles que estão em seus laboratórios distribuindo bilhões em lucros e dividendos, e enquanto nós estamos perdendo vidas pelo simples fato de não termos vacinas nesses braços, tenho que ficar com vidas de brasileiros", pontuou.

Indústria

Ao analisar a nova versão da proposta, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) classificou como positiva a retirada de violação das obrigações internacionais, mas avaliou que o projeto continua sendo "ineficaz" e, na prática, não vai contribuir para o aumento de vacinas no Brasil. Para a confederação, a quebra de patentes não resolve o principal gargalo na disponibilidade de imunizantes, que é a dificuldade da indústria em atender a demanda mundial, especialmente com o insumo das doses.

"Até o momento, nenhum dos apoiadores do projeto explica quais são as dificuldades de utilizarmos a legislação vigente, que já permitiu o licenciamento compulsório em outras ocasiões", diz nota da CNI enviada ao Broadcast Político. "Os apoiadores do projeto também não indicam quais são as patentes que são obstáculos para que a indústria local produza as doses. Quais são as vacinas que pretendemos produzir com esse projeto? A aprovação do PL pode prejudicar as parcerias existentes? Temos tecnologia, know-how, insumos, para produzir essas vacinas imediatamente e de forma independente?" Outra pergunta sem resposta para a CNI é "quem irá produzir?"

Nas últimas semanas, os dirigentes da Fiocruz e do Butantan se manifestaram contra a quebra de patentes. O novo chanceler ministro das Relações Exteriores, Carlos França, disse que a medida não é o caminho mais eficaz para aumentar a oferta de vacinas, durante audiência pública na Câmara na quarta-feira, 28. No parecer, o relator insistiu que o projeto vai acelerar a oferta de doses ao Brasil.

Nesta quinta, o País superou a marca de 400 mil mortes pelo novo coronavírus. "Os tratados dos quais o Brasil é parte permitem o licenciamento compulsório de patentes e existe previsão legal para tal na legislação brasileira. Contudo, diante da magnitude da tragédia trazida pela pandemia do coronavírus, essa legislação pode ser aperfeiçoada, de forma a agilizar o licenciamento compulsório dos insumos, medicamentos e vacinas de que o Brasil tanto precisa", escreveu Trad.

Fonte: Noticias ao Minuto

Harry estaria "arrependido e envergonhado" após entrevista a Oprah

Príncipe Harry sente-se "arrependido e envergonhado" por ter atacado a família na entrevista que deu a Oprah Winfrey, enquanto a mulher, Meghan Markle, está na sua "zona de conforto", revelou o biógrafo real Duncan Larcombe.

Segundo o próprio, o duque de Sussex agiu de "cabeça quente" sem prever as consequências dos seus atos. 

"O Harry estava claramente magoado e zangado com a experiência de Meghan junto a realeza - e usou a entrevista para jogar isso para fora", disse o especialista ao jornal The Sun. 

"Mas depois de voltar a casa [no funeral do avô, o príncipe Filipe], não tenho dúvidas que ele tenha se sentido envergonhado, arrependido e estranho. Agora está enfrentando as consequências. Acredito que venha a se arrepender dessa entrevista - e talvez da sua decisão em sair da família real", declarou.

Contudo, os sentimentos do príncipe não vão ao encontro dos da companheira, Meghan, que vive a melhor fase na sua "zona de conforto", a Califórnia. 

"O sonho dela sempre foi Los Angeles. Por isso, estes dois sentimentos - a Meghan entusiasmada com o futuro e o Harry nostálgico com a sua velha vida - causam tensão entre eles", referiu Larcombe. 

"Não consigo ver como é que Harry pode viver esta vida e manter as coisas harmoniosas com a família dele", concluiu, notando que será difícil para o príncipe conciliar os dois mundos. 

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Fonte: Noticias ao Minuto

Covid-19: EUA ultrapassam 575 mil mortes desde o início da pandemia

Os Estados Unidos registraram 755 mortes provocadas por covid-19 nas últimas 24 horas, ultrapassando os 575 mil óbitos, além de 54.311 novos casos da doença, segundo a contagem independente da Universidade Johns Hopkins.

Desde o início da pandemia, o país acumulou 575.052 óbitos e 32.282.063 infecções confirmadas.

Os EUA são o país com mais mortes e também com mais casos no mundo.

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, estimou que o país venha a registrar mais de 600 mil mortes devido à covid-19.

O Instituto de Métricas e Avaliações de Saúde da Universidade de Washington, em cujos modelos de projeção da evolução da pandemia a Casa Branca se baseia com frequência, previu cerca de 610 mil mortes até 01 de agosto.

O país já administrou a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus a 143,8 milhões de pessoas (43,3% da população), tendo 99,6 milhões (30%) completado a inoculação, segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC).

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Fonte: Noticias ao Minuto

Tom Brady homenageia ex-namorada em dia de festa

Tom Brady não deixou passar em branco o 50.º aniversário da ex-namorada, Bridget Moynahan, nesta quinta-feira. 

O jogador de futebol americano - que está casado com Gisele Bündchen desde 2009 - recorreu aos stories da sua página de Instagram para partilhar uma fotografia de Bridget com o filho, John, de 13 anos, no US Open 2018 em Nova York. "Feliz aniversário, Bridget Moynahan. Esperamos que tenha um ótimo dia", escreveu. 

 

Notícias ao Minuto [Publicação de Tom Brady]© Instagram  

Recorde-se que o pequeno John é o filho mais velho de Tom, fruto da relação terminada com Bridget. O jogador tem ainda duas crianças em comum com Gisele, Benjamin, de 11 anos, e Vivian, de oito. 

 

Fonte: Noticias ao Minuto

Covid-19: Não tomar segunda dose da vacina pode prolongar a pandemia

Uma pesquisa que envolveu mil adultos nos Estados Unidos determinou que a desinformação sobre a segunda dose da vacina contra a Covid-19 pode prolongar os efeitos letais da pandemia. De acordo com os investigadores, menos da metade dos entrevistados crê na informação oficial dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, que menciona que as duas doses da vacina da Moderna e Pfizer/BioNTec protegem fortemente contra o novo coronavírus uma ou duas semanas após a toma da segunda dose, reporta a revista Galileu.

O estudo revelou que um quinto dos participantes disse erradamente que ambos os imunizantes conferem proteção forte após somente uma dose. Entretanto, 36% afirmaram não estarem certos acerca de quando a vacinação faria efeito.

Mais ainda, uma totalidade de 190 voluntários da amostra completa de mil estavam vacinados. Entre as pessoas imunizadas, só 50% referiram terem sido informados acerca do período temporal em que a vacina daria proteção. Adicionalmente, apenas uma pequena porcentagem  disse ter recebido a recomendação de continuar a usar máscara e manter a prática de distanciamento social.

Segundo a revista Galileu, a pesquisa apurou igualmente que o problema pode ser ainda mais notório nos grupos de baixo rendimento e em grupos raciais e étnicos minoritários, que acabam por ter menos acesso à informação. Sendo que entrevistados negros e latinos estavam menos predispostos a acreditar na necessidade e eficácia da toma da segunda dose da vacina.

Um dado ainda mais alarmante consiste no fato de que somente um terço dos voluntários imunizados estava a par acerca da possibilidade de transmissão do vírus de pessoas vacinadas para outras.

Ainda assim, e numa nota mais otimista mais de 80% dos participantes disse concordar que é sim necessário continuar a utilizar máscara após a vacinação.

O novo estudo foi publicado na revista New England Journal of Medicine

Fonte: Noticias ao Minuto

Pelo menos 44 mortos em peregrinação judaica em Israel

Pelo menos 44 pessoas morreram durante um tumulto em uma peregrinação judaica no norte de Israel, indicou um novo balanço das organizações de socorro locais e fontes hospitalares.

"Contamos 38 mortos no local, mas há outros no hospital", disse um porta-voz dos serviços de emergência da Magen David Adom (MDA).

O hospital de Ziv, uma das instalações hospitalares para onde as vítimas estão sendo transportadas, deu conta de mais seis mortos, elevando o total para pelo menos 44.

Inicialmente, os serviços de emergência israelitas tinham anunciado que o acidente tinha feito "dezenas de feridos", incluindo "20 em estado crítico", tendo mais tarde informado que haveria "dezenas de mortes".

Em novo balanço na rede social Twitter, a MDA acrescentou que o acidente provocou pelo menos uma centena de feridos, 44 dos quais em estado crítico e 18 com ferimentos graves.

A imprensa local tinha atribuído o acidente à queda de bancadas, mas os socorristas indicaram mais tarde que teria se tratado de um tumulto generalizado.

As circunstâncias exatas que levaram ao acidente não são conhecidas. Um socorrista no local, Yehuda Gottleib, da organização United Hatzalah, disse que viu homens " sendo esmagados" e " perdendo a consciência", de acordo com a organização.

Numa mensagem em hebreu na rede social Twitter, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, lamentou o "enorme desastre no Monte Meron", apelando às pessoas para "rezarem para salvar os feridos".

Milhares de pessoas participavam na noite desta quinta-feira dessa peregrinação anual, que ocorre por ocasião do feriado judaico de Lag Baomer, em redor do mausoléu do rabino Shimon Bar Yochai, um talmudista do século II da era cristã, ao qual é atribuída a redação do Zohar, obra central do misticismo judaico.

As autoridades permitiram a presença de dez mil pessoas no recinto do túmulo, mas, segundo os organizadores, mais de 650 ônibus foram fretados em todo o país. A imprensa deu conta de 100 mil pessoas no local.

A polícia israelita tinha pedido aos participantes para "respeitarem as instruções para que as celebrações decorressem sem incidentes". Cerca de cinco mil policiais foram destacados para a segurança do acontecimento.

Os socorristas utilizaram helicópteros para retirar os feridos, que foram transportados para hospitais em Safed e Nahariya, localidades no norte do país.

Entretanto, nas redes sociais, foram divulgados vários nos vídeos do incidente. 

Em 2019, antes da pandemia que levou ao cancelamento do evento em 2020, 250 mil pessoas participaram na peregrinação, de acordo com os organizadores.

No final de março, Israel reabriu bares e restaurantes e autorizou ajuntamentos públicos, após ter vacinado 80% da população com mais de 20 anos contra a covid-19.

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Fonte: Noticias ao Minuto

Galaxy Book Pro é a nova série de portáteis da Samsung

A Samsung apresentou nesta quarta-feira, dia 28, uma nova série de portáteis Galaxy Book que parecem responder à grande parte das exigências de quem procura um computador poderoso com grande portabilidade.

O Galaxy Book Pro e o Galaxy Book Pro 360 assumem-se assim como os grandes destaques do atual alinhamento de computadores da Samsung. Enquanto o Galaxy Book Pro tem uma tela AMOLED, o Galaxy Book Pro 360 oferece uma tela Super AMOLED rotativa que pode ser usado enquanto tablet, sendo que ambos têm resolução FullHD. Ambos estão disponíveis em versões de 13,3 e 15,6 polegadas e são surpreendentemente finos, com o Galaxy Book Pro a ter pouco mais de 11mm de espessura.

O design foi uma clara preocupação para a Samsung mas o desempenho também mereceu atenção. A Samsung recorreu à ajuda da Intel para garantir que os processadores i5 e i7 de 11.ª geração são aproveitados ao máximo, mantendo ao mesmo tempo uma eficiência energética que certamente convencerá os interessados.

Diz a Samsung que os dois Galaxy Book Pro conseguem ter bateria com autonomia para 17 horas, sendo que com um carregamento de 30 minutos é possível ter até 8 horas de utilização. Útil para quem está em constante movimento e aproveita qualquer bocadinho de tempo para ser produtivo.

O Galaxy Book Pro e o Galaxy Book Pro 360 estarão disponíveis em versões de 8GB, 16GB e 32GB de RAM. Quanto a armazenamento, a Samsung refere que os dois modelos terão opções até 1TB.

O Galaxy Book Pro estará disponível em azul, prateado e dourado enquanto o Galaxy Book Pro 360 poderá ser adquirido em bronze ou azul. O lançamento está marcado para o dia 14 de maio nos EUA.

Na galeria acima pode ver algumas imagens dos novos portáteis.

Fonte: Noticias ao Minuto

BBB 21: Juliette ganhou mais seguidores do que os outros 4 finalistas juntos

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Big Brother Brasil 21 (Globo) está a apenas cinco dias do fim e, apesar de o campeão ser ainda incerto, a paraibana Juliette Freire, 31, já pode ser considerada o fenômeno da edição. Pelo menos no que diz respeito a suas redes sociais.

A advogada e maquiadora, que tinha 4.000 seguidores quando foi anunciada no reality, em 19 de janeiro, totaliza agora 22,7 milhões de fãs no Instagram. O número mostra um crescimento maior do que dos outros quatro finalistas juntos.

Juliette disputa o prêmio de R$ 1,5 milhão com a influenciadora Camilla de Lucas, 26, o ator e cantor Fiuk, 30, o economista Gilberto Nogueira, 29.

No que diz respeito a seguidores no Instagram, Gil foi o segundo que mais cresceu, com ganho de 8,7 milhões, seguido por Camilla (alta de 6,6 mi), Fiuk (alta de 2,6 mi).

Juliette também se destaca na comparação com antigos participantes do reality. Ela supera todos da edição de 2020, que tem a apresentadora Rafa Kalimann, 28, como destaque, com 21,4 mi de seguidores. Incluindo de edições anteriores, ela perde apenas para Grazi Massafera (23,3 mi) e Sabrina Sato (29,5 mi).

Mais um Paredão deverá ocorrer no domingo (2) antes da final, que acontece na próxima terça-feira (4).

As redes sociais acabaram sendo um dos destaques da atual edição. Tanto pelo sobe e desce de seguidores de acordo com a temperatura do jogo, como pelos adms (administradores) dos perfis do competidores, mais ativos que nos BBBs anteriores.

Enquanto alguns optaram por deixar essa missão com amigos, outros contrataram empresas especializadas. Entre trabalho voluntário, reuniões na madrugada e muito frio na barriga, equipes de até 20 pessoas foram formadas para auxiliar os brothers.

Fonte: Noticias ao Minuto

Twitter lucra US$ 68 milhões com aumento de receita com publicidade

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Twitter saiu de um prejuízo de US$ 8 milhões no primeiro trimestre de 2020 para um lucro líquido de US$ 68 milhões no mesmo período de 2021. A melhora foi fruto do aumento de 32% na receita com publicidade, que totalizou US$ 899 milhões no período.

A média de usuários ativos diários monetizáveis atingiu 199 milhões, um aumento anual de 20% e um aumento de 7 milhões sequencialmente.

"O primeiro trimestre foi um início sólido para 2021, com receita total de US$ 1,04 bilhão com aumento de 28% ano a ano, refletindo a aceleração crescimento ano a ano na receita de MAP [promoção de aplicativo para celular] e publicidade de marca que melhorou ao longo do trimestre", disse Ned Segal, diretor financeiro do Twitter.

O resultado veio em linha com o esperado pelo mercado, ao contrário de Facebook e Google, que superaram em muito as estimativas para o trimestre. Para o segundo trimestre, a expectativa do Twitter é um pouco mais conservadora do que a do mercado.

Após a divulgação do balanço, as ações do Twitter despencam 8% no after-market (negociações de ações após o fechamento do mercado) em Nova York.

Fonte: Noticias ao Minuto

Brasil chega a 400 mil mortos por Covid com inépcia do governo federal

SÃO PAULO, SP, E GONÇALVES, MG (FOLHAPRESS) - Com o desprezo do governo federal e da população pelos riscos da Covid-19, passando pela insistência do presidente em investir em remédios sem eficácia contra a doença até a demora na compra de vacinas, entre outros tropeços, o Brasil ultrapassou nesta quinta-feira (29) a marca de 400 mil mortes provocadas pelo coronavírus, 14 meses após a detecção da doença no Brasil e apenas 36 dias depois de registrar 300 mil óbitos.

Às 12h41 desta quinta, o consórcio de veículos de imprensa formado por Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, O Globo, G1, Extra e UOL registrava 400.021 mortes no país, com mais de 14,5 milhões de casos desde fevereiro de 2020. É o segundo maior saldo absoluto de mortos no mundo, superado apenas pelos mais populosos Estados Unidos (574 mil), onde a epidemia já dá sinais de declínio.

Às 20h, as mortes registradas em 24h chegaram a 3.074 e os casos a 69.079. Com isso, o país chegou a 401.417 óbitos e a 14.592.886 pessoas infectadas com o Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

A média móvel de mortes, após dias de queda, voltou a apresentar crescimento e chegou a 2.523. Já são 44 dias com a média acima de 2.000 mortes por dia.

Sob a premência dos números e com a pressão de uma CPI para investigar sua gestão da pandemia, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem sido aconselhado a atenuar seu discurso a respeito da maior crise sanitária em cem anos.

Enquanto cruzavam as marcas de 100 mil cadáveres (em 8 de agosto de 2020), 200 mil (em 7 de janeiro deste ano) e de 300 mil (em 24 de março), os brasileiros ouviam da maior autoridade do país que o Sars-Cov-2 é uma "fantasia da grande mídia", uma "gripezinha" e um "mimimi".

As frases de Bolsonaro coincidem com a escalada de mortes, e, com as falhas de gestão em todos os níveis e o fatalismo de parte da população, ajudam a explicar por que o Brasil virou preocupação mundial na pandemia.

A pequena inflexão no discurso presidencial, simbolizada pelo uso esporádico em público da máscara de proteção que tanto criticava e pela ênfase na vacinação ainda podem estancar o agravamento da crise, mas não são suficientes, a essa altura, para reverter o quadro nem apagar um saldo de mortos que supera, por exemplo, o total das baixas de soldados britânicos na Segunda Guerra Mundial.

Colapsos simultâneos dos sistemas de saúde pelo país já ocorrem, com falta de insumos que vão de oxigênio a medicação para intubação. Acelerar a vacinação, com as encomendas de vacinas tardiamente fechadas e as entregas frequentemente atrasadas, ainda não é uma realidade.
Apenas recentemente Bolsonaro passou a trabalhar pela imunização dos brasileiros.

"Estamos fazendo e vamos fazer de 2021 o ano da vacinação dos brasileiros. Somos incansáveis na luta contra o coronavírus", disse em pronunciamento em rede nacional no fim de março. Nem sempre foi assim.

Com a Coronavac, vacina que vem garantindo a imunização dos brasileiros, o presidente colocou em dúvida a eficácia da droga por sua origem chinesa (algo que o ministro Paulo Guedes ecoou nesta semana) e travou guerra com o governador João Doria (PSDB), seu ex-aliado de palanque que adquiriu o produto.

Os primeiros efeitos da vacinação começam a emergir quando a pandemia já se encontra aprofundada, com grande circulação do vírus pelo país, e um cronograma incerto pela frente.

Três ministros da Saúde tentaram conduzir a crise: dois deles -Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich- saíram do posto por divergências com Bolsonaro. O terceiro, o general do Exército Eduardo Pazuello, mais alinhado ao presidente, ficou quase um ano no cargo. Saiu pela má gestão e como um dos investigados na CPI da Covid-19.

Cabe agora ao médico paraibano Marcelo Queiroga, o quarto ministro, conter a múltipla crise. Com discurso mais modulado, em que reafirma seu apreço à ciência, Queiroga ainda não promoveu grandes mudanças na gestão da pandemia.

O país, em nenhum momento, conseguiu algum grau duradouro de controle sobre a doença. Mesmo ao pairar em patamares mais baixos, como de setembro a novembro de 2020, com médias móveis de mortes variando acima de 300 óbitos por dia, o Brasil registrava, em média, mais de 20 mil casos diários.

O rastreamento e isolamento de casos da doença (e de suspeitos), pilares para o controle e preconizado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) desde o início, nunca foram colocados em prática no Brasil. Até mesmo a testagem para diagnóstico continua pouco acessível para muitos, segundo especialistas.

Apesar do cenário já grave no ano passado, o maior volume de óbitos veio em 2021. Em menos de quatro meses completos do ano atual, o Brasil já soma 203.367 mortes. Em 2020 inteiro (a primeira morte foi registrada em março), foram 194.975 óbitos.

Em parte, de acordo com pesquisadores, a maior letalidade se deve às novas variantes do Sars-CoV-2, com maior potencial de infecção e, consequentemente, com disseminação mais rápida. Uma delas é a P.1, identificada inicialmente em Manaus, capital que acabou servindo como sentinela para a gravidade das duas ondas -até aqui- da pandemia.

Somam-se a isso as ações ou a demora em agir do governo Bolsonaro. "Tudo agora é pandemia. Tem que acabar com esse negócio. Lamento os mortos, todos nós vamos morrer um dia. Não adianta fugir disso, fugir da realidade, tem que deixar de ser um país de maricas", disse ele, no dia em que o país registrava mais de 162 mil mortes, em novembro de 2020.

O governo brasileiro também andou na contramão do mundo ao dar status de remédio que cura à cloroquina, integrante do chamado "Kit Covid", mesmo diante de estudos padrão-ouro (com grupo controle, randomizados e duplo-cego) mostrando a ineficácia do medicamento.

Não bastassem as palavras e as indicações incorretas, o presidente constantemente desrespeitou regras sanitárias básicas, ao não usar máscara e promover e incentivar aglomerações com apoiadores. Algo, aliás, que continua a fazer.

Por fim, enquanto o mundo corria por vacinas, o governo brasileiro recusava ofertas de doses que poderiam ter começado a ser aplicadas ainda em 2020.

O presidente continua se recusando a ser inoculado, afirmando que só tomará a vacina após todos os brasileiros estarem imunizados. "Eu sou chefe de Estado, tenho que dar exemplo. O meu exemplo é este: já que não tem para todo mundo ainda, o mundo todo não tem vacina ainda, tome na minha frente", disse.

Nos bastidores, o assunto ainda é tratado com cuidados. O ministro da Casa Civil, general Luiz Eduardo Ramos, afirmou, sem saber que estava sendo gravado, que tomou escondido a vacina contra a Covid e que tenta convencer Bolsonaro a se vacinar.

"Tomei escondido, né, porque a orientação era para não criar caso, mas vazou. Eu não tenho vergonha, não. Tomei e vou ser sincero" afirmou Ramos. "Como qualquer ser humano, eu quero viver, pô. E se a ciência está dizendo que é a vacina, como eu posso me contrapor?"

Fonte: Noticias ao Minuto

Guedes critica excessos do Fies e diz que filho de porteiro foi aprovado com nota zero

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou nesta quinta-feira (29) em entrevista à reportagem que o Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) e outros programas de cunho social criados na era petista fazem parte de um belíssimo trabalho, e que suas críticas são voltadas ao que chamou de excesso das medidas.

Ele buscou esclarecer suas falas sobre o tema nesta semana dizendo que elas foram distorcidas. Guedes diz que não poderia ser contrário a iniciativas de parcerias com o setor privado na educação porque é um produto desse tipo de política.

"Eu sou um produto da oportunidade de educação. Eu sou de classe média e baixa e a vida inteira recebi bolsa de estudo baseado em performance e desempenho", afirmou.

Segundo Guedes, houve universidades que viraram caça-níqueis ao atrair o máximo possível de alunos na esteira dos recursos liberados pelo programa estudantil. E citou o caso do filho de um porteiro.

"Houve excessos no Fies. É verídico. O porteiro do meu prédio um dia me falou 'doutor Paulo, meu filho fez vestibular para uma faculdade privada, e olha a carta que recebi'. A carta dizia 'parabéns, o senhor foi aprovado com média...' e tinha um espaço. Era uma carta padronizada. E no espaço a média zero. Então claramente houve excessos", disse.

O ministro buscou esclarecer declarações feitas por ele em reunião no começo desta semana, transmitidas pela internet sem que ele soubesse em um vídeo posteriormente deletado pelo governo. As falas sobre o Fies foram relatadas pelo jornal O Estado de S. Paulo nesta quinta.

Guedes disse na reunião que algumas universidades abriram vagas para todo mundo. "Deram bolsa para quem não tinha a menor capacidade. Não sabia ler, escrever. Botaram todo mundo. Exageraram. Foi de um extremo ao outro", afirmou o ministro na reunião.

Em entrevista, Guedes disse não ser contrário ao conceito do Fies, apesar de manter críticas. Segundo ele, são justamente as parcerias do poder público com o setor privado que vão dar alívio para a demanda social existente no Brasil.

Hoje, diz, 76% dos alunos de ensino superior estão no sistema privado e atender tamanha demanda via poder público seria muito difícil.

"Não falei que [o Fies] foi um desastre. Eu defendo o voucher para a educação, que é mais importante do que emprestar dinheiro", afirmou.

"Isso é um drama hoje no mundo inteiro, você empresta dinheiro e ali na frente ele não consegue o dinheiro e não consegue pagar. Eu defendo o empréstimo, mas defendo ainda mais ainda o voucher", afirmou.

"Eu disse que houve excessos e esses excessos é que causam o desastre", disse. "Como eles deram R$ 10 bilhões, R$ 15 bilhões, R$ 20 bilhões com esses excessos, ficou insustentável. E de repente cai. Em vez de você fazer algo sustentável, você comete o excesso e depois há um colapso total", afirmou.

Para Guedes, o mesmo movimento aconteceu com outros programas criados no passado. "Isso aconteceu com quase tudo no passado, fizeram esses gastos tão grandes e depois caiu tudo. E nós estamos chegando agora e temos que arrumar, consertar as contas", disse.

Guedes diz ainda que tem uma história baseada em investimentos na educação privada. "Eu criei o Ibmec, eu fundei a Abril Educação quando foi comprada pela Kroton, eu tenho uma história de realizações. E daí falam que eu não quero educação. Eu tenho uma vida na educação", disse.

O ministro mencionou outros trechos da reunião, como uma fala sobre pessoas que queriam viver mais de cem anos e buscariam o sistema público de saúde.

Segundo ele, não foi uma crítica. Mas uma constatação sobre como lidar com recursos públicos e pensar em alternativas.

Fonte: Noticias ao Minuto

quinta-feira, 29 de abril de 2021

Exercício: É possível concentrar a perda de gordura a locais específicos?

Se quer perder gordura apenas em certas partes do corpo pode pensar que o treino localizado é uma opção. Mas, “as células de gordura são distribuídas por todo o corpo", diz o especialista Adam Rosante, à SELF. "Se quer perder gordura num ponto específico, precisa de perder gordura corporal total".

O treino intervalado de alta intensidade (Hiit) pode fazer maravilhas. Depois de um treino intenso, o seu corpo precisa de ingerir oxigênio a uma taxa mais elevada para ajudá-lo a voltar ao seu estado natural de repouso. Esse processo exige que o corpo trabalhe mais, queimando mais calorias no processo. Incorporar o treino de força também pode ajudá-lo a atingir seus objetivos, já que ter mais massa muscular magra ajudará o corpo a queimar mais calorias em repouso. 

Fonte: Noticias ao Minuto

Para Anthony Fauci, mundo conduziu mal pandemia, mas EUA se saiu pior

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em um momento em que o mundo se aproxima da marca de 150 milhões de casos confirmados de Covid-19 e mais de 3,1 milhões de mortes em menos de um ano e meio de pandemia, pode-se dizer que a resposta global ao novo coronavírus teve falhas.

Mesmo com o advento das vacinas contra a doença que já matou 400 mil brasileiros, a vacinação tem se mantido em um ritmo acelerado somente em um punhado de países, que conseguiram reduzir drasticamente o número de internações e mortes. A a pandemia segue em crescimento em todo o mundo, puxada, principalmente, por países como a Índia -que bateu os recordes mundiais de casos registrados– e Brasil.

Para Anthony Fauci, o diretor do Instituto de Alergias e Doenças Infecciosas (Niaid) dos Estados Unidos e principal autoridade de saúde hoje no país, o mundo se saiu mal como um todo, mas os EUA se saíram muito pior.

O problema, segundo ele, foi a falta de uma ação coordenada, dada a própria característica federativa do país. "O inimigo em comum era o vírus, mas estávamos lutando entre nós mesmos, porque tinha um governador que dizia 'acredito em tudo o que vocês disserem, vamos seguir as orientações [do CDC]' e outro que passava uma mensagem à população de que não podiam ceder à imposição de medidas sanitárias", disse Fauci.

As mensagens confusas e os erros iniciais, principalmente de não centralização da testagem em massa no país, dificultaram ainda mais a condução adequada da pandemia. "Lutamos contra uma pandemia no momento mais dividido da história dos Estados Unidos. Eu nunca vivenciei isso nos meus 37 anos à frente da saúde pública."

O principal conselheiro em saúde da Casa Branca falou no evento virtual Cúpula do Prêmio Nobel, que ocorreu de segunda (26) a quarta (28), organizado pela Fundação do Prêmio Nobel, pela Academia Nacional de Ciências norte-americana, pelo Instituto Potsdam para a Pesquisa do Impacto Climático e pelo Centro de Resiliência de Estocolmo/Instituto Beijer.

Além de Fauci, uma centena de autoridades em ciência e saúde globais, líderes mundiais, laureados do prêmio Nobel e artistas participaram do encontro, dividido em painéis de entrevistas nos dois primeiros dias e sessões de discussão científica, com propostas de soluções coletivas para a mudança climática e a perda da biodiversidade, a redução da desigualdade e a tecnologia usada para sustentabilidade nas sociedades no terceiro dia.

A pandemia da Covid se espalhou pelo mundo e por todo o território dos países, uma vez que os vírus não veem fronteiras, mas algumas regiões enfrentaram dificuldades especiais na contenção do Sars-CoV-2, como é o caso dos EUA e do Brasil, onde o vírus entrou, primeiro, pelas capitais e rapidamente se espalhou no interior do país.

"Para o vírus, não há diferença entre Mississippi e Indiana, entre Maine e Vermont. Nós agimos como se pudéssemos combater o coronavírus independentemente, mas isso não faz sentido porque ele se espalha por todos os lados", afirmou Fauci.

Nesse sentido, enfrentar um presidente que negou a importância da pandemia, fez pouco das medidas preventivas e atacou diversas vezes a China por ter sido o epicentro do Sars-CoV-2, como o ex-presidente Donald Trump, foi um agravante.

Fauci afirma que é preciso sempre manter a integridade, mesmo que isso signifique falar "verdades inconvenientes". "Como autoridades em saúde, é preciso se ater à ciência e falar o que é preciso ser dito. Não podemos aconselhar apenas aquilo que os governantes querem ouvir", disse.

De forma parecida no Brasil, os embates entre os ex-ministros da saúde Henrique Mandetta e Nelson Teich e o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) quanto à estratégia correta de condução da Covid-19 no Brasil foram as causas para a saída do primeiro e demissão do segundo.

Desde o início da pandemia, Bolsonaro se posicionou contra as medidas sanitárias, como uso de máscaras e isolamento social, mentiu sobre a eficácia dessas medidas e das vacinas, se colocou a favor do relaxamento de medidas restritivas de circulação das pessoas e ainda endossou o uso de medicamentos comprovadamente ineficazes no combate ao vírus, como a hidroxicloroquina.

Em relação às vacinas, Bolsonaro mentiu ao dizer que a vacina pode transformar as pessoas em jacaré, causar morte, sequelas ou ainda que as farmacêuticas não se responsabilizam pelos efeitos e, por isso, as pessoas seriam cobaias dos estudos.

Fauci lembra, no entanto, que as vacinas contra a Covid-19 não surgiram do nada em 2020: elas foram resultado de décadas de pesquisa científica, e sua produção em tempo recorde só foi possível por um alto investimento em pesquisa e no seu desenvolvimento.

"A história por trás das vacinas contra a Covid-19 é de décadas de pesquisa biomédica, de dezenas de milhares de pessoas trabalhando dia e noite na estrutura imunogênica da proteína S do Sars-CoV-2 e como usá-la, como estabilizar essa proteína e como fazer com que ela leve a uma resposta imune. Isso não aconteceu em janeiro, isso vem acontecendo nos últimos 10, 15 anos."

Uma das duas vencedoras do prêmio Nobel em Química de 2020, Jennifer Doudna (a outra laureada foi a francesa Emmanuelle Charpentier), também falou no evento sobre a técnica de edição genética Crispr e sua aplicação na pandemia.

A descoberta da técnica descrita pela primeira vez há oito anos ocorreu graças ao estudo do sistema imune de bactérias, o que Doudna considera um paralelo perfeito ao momento que estamos vivendo. "É interessante pensar que o Crispr é um sistema imune bacteriano cuja função é detectar vírus no organismo e guardar informações sobre eles. É quase como uma célula de memória. Então podemos usar a técnica para identificar o Sars-CoV-2 no organismo de maneira muito mais rápida e sem a necessidade de amplificação do material genético pelo método de RT-PCR", disse.

Além disso, a pesquisadora explica que a técnica tem sido estudada também para uso em pesquisas do meio ambiente, como melhorar o sequestro de carbono por plantas de produção agrícola, diminuindo assim a quantidade de gás CO2 na atmosfera. "Estamos dando um passo além agora para usar o Crispr no combate à mudança climática", afirmou.

Fonte: Noticias ao Minuto

Homens que balearam funcionário de Lady Gaga são presos

Lady Gaga está cada vez mais próxima de ver os responsáveis pela tentativa de roubos dos seus cães, que terminou com o empregado responsável pelos mesmos sendo baleado com quatro tiros, a pagarem pelo crime que cometeram.

De acordo com o site TMZ, os supostos culpados pelo roubo dos animais, que foram devolvidos horas depois, por terem atingido a tiro o passeador de cães Ryan Fischer já foram presos e estão agora sendo alvo de uma série de acusações, entre elas, tentativa de homicídio e roubo.

A mulher que, depois de Lady Gaga oferecer uma recompensa choruda, resolveu entregar os animais à cantora também teria sido detida pela polícia.

Fonte: Noticias ao Minuto

Chega ao Brasil o primeiro lote de vacinas da Pfizer contra a Covid, com 1 milhão de doses

CAMPINAS, SP (FOLHAPRESS) - No dia em que o Brasil confirmou que mais de 400 mil pessoas já morreram de Covid-19, chegaram ao Brasil as primeiras doses da vacina contra a doença produzidas pela farmacêutica americana Pfizer e pelo laboratório alemão BioNtech.

Esse primeiro lote tem 1 milhão de doses (o suficiente para imunizar 500 mil pessoas), 1% dos 100 milhões de doses que as fabricantes deverão entregar até o fim de setembro, e será distribuído igualmente aos estados.

Produzidas no interior da Alemanha, as vacinas saíram de Colônia e foram por terra até a Bélgica, onde foram embarcadas em um avião com destino a Miami, nos EUA, antes de finalmente chegarem ao Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), na noite desta quinta (29).

Ao todo, a carga com as doses pesa cerca de 900 kg. Elas serão armazenadas em 16 ultracongeladores, nos quais a temperatura fica em torno de -85°C, segundo o Ministério da Saúde.

Segundo o Ministério da Saúde, os estados vão receber os imunizantes com temperaturas entre -25°C e -15°C, faixa em que as vacinas podem ficar por 14 dias. Nas salas de vacinação, as doses serão guardadas em temperaturas entre 2°C e 8°C por até cinco dias, diz a pasta.

Estiveram no aeroporto para recepcionar as vacinas os ministros da Saúde, Marcelo Queiroga, das Relações Exteriores, Carlos França, e o das Comunicações, Fábio Faria. A presença do chefe da Economia, Paulo Guedes, também estava confirmada, mas ele não foi ao evento.

As autoridades fizeram um breve pronunciamento na chegada da vacina, mas, pressionadas pela marca das 400 mil mortes e pelo início da CPI que investiga o governo Bolsonaro por má gestão da pandemia, não responderam a perguntas da imprensa.

As vacinas que chegam ao Brasil já têm o registro definitivo aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) desde fevereiro e podem ser aplicadas em pessoas maiores de 16 anos.

Autorizada para uso em diversos países, a vacina da Pfizer apresentou eficácia global de 95% nos testes e uma eficácia de 94% em indivíduos acima de 65 anos.

As vacinas que chegam agora no fim de abril poderiam ter sido entregues em dezembro do ano passado, segundo a primeira proposta feita pela empresa ao governo brasileiro, que foi rejeitada pelo governo Bolsonaro.

O presidente usou como justificativa a exigência de que o governo arcasse com a responsabilidade civil em caso de efeitos colaterais do imunizante, mas contrato semelhante há havia sido firmado com a AstraZeneca.

Pressionado pela escalada de mortes no país, o governo fechou acordo com os laboratórios em março deste ano. Conforme mostrou reportagem do jornal Folha de S.Paulo na quarta (28), o governo pagou por um seguro internacional para cobrir a responsabilidade em casos de eventos adversos do imunizante.

A aquisição de seguro custou R$ 6 milhões, dinheiro depositado para a empresa inglesa de seguros Newline Underwriting Management Limited. As ordens bancárias foram emitidas pelo Ministério da Saúde em 30 de março.

No dia seguinte, o governo antecipou o pagamento por 20% das doses de vacinas da Pfizer, com um depósito de R$ 1,14 bilhão.
No contrato com a Pfizer, tornado público pelo ministério apesar do acordo de confidencialidade, existe uma cláusula em que a pasta reconhece que a vacina e componentes relacionados "estão sendo desenvolvidos rapidamente devido às circunstâncias de emergência da pandemia".

"O comprador reconhece que a eficácia e os efeitos a longo prazo da vacina ainda não são conhecidos e que pode haver efeitos adversos da vacina que não são conhecidos atualmente", cita a cláusula.

Segundo o mesmo contrato, a Pfizer fará um seguro para cobrir responsabilidades sobre suas atividades. "Para fins de absoluta clareza", cita o contrato, "isso não incluirá nem constituirá seguro de responsabilidade por produto para cobrir quaisquer reivindicações de terceiros/pacientes".

Fonte: Noticias ao Minuto

França começa a sair do confinamento a partir de 3 de maio

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A partir de segunda-feira (3), os franceses começam a sair de seu terceiro confinamento, imposto no fim de março para conter a propagação do coronavírus. O relaxamento das restrições será feito de maneira gradual até 30 de junho e terá quatro etapas, segundo anunciou nesta quinta (29) o presidente Emmanuel Macron.

"Devemos voltar à nossa arte de viver à francesa", afirmou o mandatário em uma entrevista com a mídia local. "Agora temos uma vacina que nos dá uma perspectiva de saída durável da crise."

Atualmente um dos países europeus mais impactados pela pandemia, com um total de 5,6 milhões de casos e 104 mil mortes, a França está há meses com restaurantes, cafés, museus e salas de espetáculos fechados, enquanto alguns dos vizinhos já flexibilizam suas restrições.

O país irá adotar ainda uma espécie de passe sanitário para eventos maiores e para a entrada de turistas estrangeiros.

Para frequentar esses lugares, será preciso apresentar atestado de vacinação, teste negativo ou exame positivo com mais de 15 dias. Segundo Macron, está descartado adotar a prática em restaurantes, teatros ou museus. "Mas em lugares onde há multidões, como estádios, festivais, feiras ou exposições, seria absurdo [não exigir o certificado]", disse o presidente.

Na primeira etapa, a partir de segunda, reabrem as escolas de médio porte para alunos de 13 anos a 17 anos e caem as restrições de circulação em um raio maior do que 10 km da residência e de deslocamentos inter-regionais.

Permanecem em vigor, porém, o toque de recolher entre 19h e 6h, o trabalho remoto e o fechamento de comércios não essenciais.

A segunda etapa, porém, é a que leva a população do país para algo mais perto de uma normalidade. A partir de 19 de maio, comércios, museus, monumentos, cinemas, teatros e salas de espetáculo (com público sentado) podem reabrir, bem como estabelecimentos esportivos com espectadores.

Restaurantes e cafés com terraços também vão poder receber clientes, e atividades esportivas em locais cobertos e ao ar livre serão retomadas. O toque de recolher passa a entrar em vigor às 21h, enquanto mantém-se o trabalho remoto. Reuniões com mais de dez pessoas estão proibidas.

A partir de 9 de junho, o toque de recolher entrará em vigor às 23h, e o trabalho remoto será mantido, mas com flexibilizações. Cafés e restaurantes poderão receber clientes nos salões internos e estabelecimentos culturais e esportivos, além de salões e feiras de exposição, terão permissão para receber até 5.000 pessoas com passe sanitário.

Nesta etapa, o passe sanitário passa a ser exigido para todos os turistas estrangeiros que entrarem no país.

Já em 30 de junho está previsto o encerramento de quase todas as restrições. O toque de recolher será encerrado e serão permitidos eventos com mais de mil pessoas, sujeitas ao passe sanitário. Os únicos locais que permanecerão fechados até nova ordem serão as discotecas.

O plano, no entanto, poderá ser revisto de acordo com a evolução da situação sanitária nos departamentos franceses. O registro da variante indiana no sudoeste francês também preocupa.

Para Catherine Hill, epidemiologista de um hospital de Paris, um relaxamento das restrições em larga escala seria "absolutamente imprudente". A médica ressalta que, com 5.879 pacientes com Covid internados em UTI, o número é maior do que no pico da segunda onda observado em novembro.

O governo, por sua vez, espera que a campanha de vacinação ajude a manter o vírus sob controle. Até terça (27), 21,4% dos franceses haviam recebido ao menos uma dose do imunizante, e 8,7%, as duas, segundo dados do Our World in Data.

Fonte: Noticias ao Minuto

Técnico diz que New York City não venderá Castellanos ao Palmeiras: 'Vai ficar'

Um dos alvos do Palmeiras no mercado de transferências, o atacante argentino Valentín Castellanos deve continuar no New York City FC na próxima temporada nos Estados Unidos. Ao menos é o que garantiu Ronny Deila, o técnico da equipe da MLS (Major League Soccer).

"Ele vai ficar, com certeza. Ele é um jogador muito importante para nós, o desenvolvemos bastante no último ano e hoje é o nosso jogador-chave na frente. Nunca vamos deixá-lo sair agora, a gente quer mantê-lo por muitos anos. Ele ainda é novo e tem muito potencial. Ele vai jogar no sábado e estará pronto para estar conosco no futuro também", afirmou Deila.

"Não queremos vendê-lo. Por dois motivos queremos mantê-lo: ele é muito importante para o time, é um jogador chave para nós. E só temos um atacante agora. Todos entendem que vai ser muito difícil deixá-lo sair agora. A gente quer mantê-lo por muitos anos e continuar o desenvolvendo. Acho que ele pode ser artilheiro neste ano. Estou muito feliz que vamos mantê-lo", garantiu.

O Palmeiras chegou a acertar valores e forma de pagamento com o City Group, empresa dona do New York City FC (e de outros clubes, como o Manchester City), mas não oficializou a transferência porque considerava necessário contratar um substituto. O técnico, porém, segue assegurando a permanência de Castellanos.

"A gente quer manter os melhores jogadores, é um processo em andamento com o jogador e o clube. Vamos ver, a gente tem Taty no contrato, ele vai ficar e jogar. Todos temos sonhos, Taty tem o sonho de jogar em clubes ainda maiores, mas ele está muito feliz aqui e acho que podemos desenvolvê-lo ainda mais. Ele precisa ficar aqui e atingir metas conosco", avaliou Ronny Deila.

Até o momento, o Palmeiras tem tido uma presença tímida no mercado de transferências do início da temporada 2021. O clube contratou apenas o volante Danilo Barbosa até o momento, apesar do pedido de Abel Ferreira por reforços principalmente no setor ofensivo.

Fonte: Noticias ao Minuto

Força Nacional vai receber repasse de R$ 23 milhões em multas da Petrobras

Com os órgãos ambientais sem orçamento para bancar suas atividades básicas, o governo de Jair Bolsonaro decidiu negociar um desconto milionário em multas ambientais aplicadas contra a Petrobras, com o propósito de destinar recursos para a Força Nacional de Segurança Pública, a qual é controlada pelo Ministério da Justiça. A decisão tem a chancela do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

O Estadão teve acesso a trechos do contrato, que deve ser assinado em breve e já está no gabinete do presidente do Ibama, Eduardo Fortunato Bim. O valor total das multas aplicadas pelo Ibama e que são objeto deste acordo, especificamente, chega a R$ 58,349 milhões. Na negociação para quitar o débito, porém, o Ibama concedeu um desconto de 60% sobre esta dívida. Dessa forma, o valor efetivo que a Petrobras vai desembolsar será de R$ 23,339 milhões.

Pelo contrato, a petroleira, que historicamente lidera a lista das empresas que mais sofrem autuações ambientais aplicadas pelo Ibama, deverá fazer o recolhimento do valor ao "Fundo Nacional de Segurança Pública para atuação da Força Nacional, sob gestão e execução do Ministério da Justiça e Segurança Pública".

Na semana passada, depois de o presidente Jair Bolsonaro afirmar que iria dobrar os recursos de fiscalização do Ibama e do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), o governo fez exatamente o oposto, cortando aquilo que já estava previsto no orçamento dos órgãos por meio de vetos. Horas depois, o ministro do Meio Ambiente (MMA), Ricardo Salles, afirmou que chegou a um acordo com o Ministério de Economia para repor os orçamentos dos dois órgãos aos valores de 2021 e ampliar os repasses da fiscalização, conforme prometido. Segundo Salles, serão adicionados 270 milhões aos órgãos.

O Estadão questionou Salles sobre a decisão de enviar recursos de multas ambientais à Força Nacional, quando há carência de dinheiro dentro dos órgãos que têm a missão de cuidar do meio ambiente e que estão sob seu comando. O ministro justificou que "o orçamento do Ibama e do ICMBio será totalmente recomposto com o meu pedido de recomposição".

"O recurso da Força Nacional é para ajudar a viabilizar os batalhões que dão apoio ao Ibama e ICMBio, nas operações. Foi necessário (fazer o acordo) para viabilizar esse apoio. Sem a Força Nacional, não há como fazer as operações", disse Salles.

Segundo o ministro, o recurso permitirá que 320 homens da Força Nacional sejam enviados para apoiar operações de combate aos crimes que ocorrem na floresta.

Salles não disse quando essa atuação teria início e por quanto tempo ocorreria. Questionado sobre os desdobramentos dessa operação, o ministro afirmou que o aumento desse efetivo da Força Nacional para além dos 320 homens ocorrerá "se tivermos recursos de apoio do setor privado ou do Exterior".

Fonte: Noticias ao Minuto

Anitta compara funk a bossa nova e diz que fama internacional reduz preconceito

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Das comunidades cariocas aos palcos internacionais. Essa pode ser a descrição da trajetória da cantora Anitta, 28, que lança nesta quinta-feira (29), às 19h, o single "Girl From Rio", voltado ao público internacional, mas também a história do próprio funk.

A nova música, primeira do quinto álbum da artista, vem com a proposta de mostrar sua cidade natal, a partir de mais de um ângulo. O Rio de Janeiro que a Bossa Nova mostrou ao mundo na década de 1950 contrastando com o da infância e da adolescência de Anitta.

De um lado, roupas clássicas, carro de luxo e até um sample da música "Garota de Ipanema" (1962), clássico de Tom Jobim, enquanto do outro aparece a sensualidade dos biquínis cavados, a simplicidade do Piscinão de Ramos e os ônibus de viagem.

Apesar de aparecer pouco no clipe, o ônibus usado pela cantora já conseguiu viralizar antes mesmo do lançamento do vídeo, trazendo várias referências de sua vida, como o ano de seu nascimento e o Piscinão de Ramos, onde fez seu primeiro grande show.

Anitta reverteu o valor que recebeu pelo marketing da música "Girl from Rio" em doações à ONG carioca Voz das Comunidades, que presta serviços sociais a várias comunidades do Rio de Janeiro, em especial ao Complexo da Alemão.

"Quero mostrar ainda mais nossa pluralidade internacionalmente. O Rio de Janeiro não se limita às suas belezas naturais e mulheres e homens padronizados", diz a cantora, que está atualmente em sua casa em Miami devido aos compromissos profissionais.

Em conversa com a imprensa, Anitta afirma que sua ideia de internacionalização visa inclusive a redução do preconceito e compara o funk a bossa nova. "Foi só quando o exterior abraçou que começaram a respeitar no Brasil, acredito muito nisso."

Como desenvolver essa estratégia, no entanto, é um pouco mais complicado. "A grande dificuldade é mostrar a identidade brasileira, mas voltada ao público internacional e que, ao mesmo tempo, atraia o público brasileiro", afirma ela, que já soma dez anos de carreira.

"Combinamos de nunca comparar nosso trabalho com o de outros por causa disso. Não dá para nos comparar com um latino, por exemplo, que está trabalhando há mais tempo com isso e não precisa se dividir entre vários públicos. É tudo muito único."

Mesmo com as dificuldades, Anitta afirma que 2021 será totalmente focado no público externo. "Girl From Rio" tem apenas um trecho em português, mas os próximos singles não terão nada no idioma original da cantora.

Anitta afirma, no entanto, que seu objetivo é maior que cantar em inglês e fazer sucesso no exterior, a ideia é apresentar ao mundo a cultura brasileira, o que ela diz fazer com sua música e suas redes sociais.

"Só vir aqui e cantar em inglês não é o que eu quero, seria até um caminho mais rápido para emplacar nas rádios, mas não teria propósito. Eu nem tenho ambição mais, quero menos negócio, quero relaxar, então a ideia é trazer a cultura do Brasil", diz.

A cantora, que tem 53 milhões de seguidores no Instagram, afirma que 30% dessas pessoas não são brasileiras. "É um grande público não brasileiro que segue a gente, então achamos importante apresentar alguma coisa do Brasil, para fazer sentido."

"Já sou uma artista nova, com uma proposta nova. Se eu chegar com um idioma novo, não vai dar certo. Primeiro a gente tem que fazer as pessoas se acostumarem com a proposta para depois colocar o batidão, e então músicas todas em português. Tem que ser aos poucos, comendo pelas beiradas."

Seu próximo álbum, também intitulado "Girl From Rio" e ainda sem data de lançamento, não terá o idioma português, mas Anitta promete mais duas referências clássicas, além de "Garota de Ipanema" -uma brasileira e outra de reggaeton.

Se seguirem os parâmetros de "Girl From Rio", os fãs podem esperar grandes produções. Segundo a cantora, o clipe de "Girl From Rio", que será lançado nesta sexta-feira (30), às 10h, teve um orçamento que poderia bancar um filme.

"Rolou um super barraco, porque era um orçamento ainda alto. Eu falei: 'acham que meu dinheiro é capim, nasce em árvore?', dava para gravar cinco clipes", recorda Anitta, aos risos, que promete um making of bem engraçado aos fãs.

AMAZÔNIA E FESTA JUNINA

Apesar de não estar mais à frente de seus negócios, Anitta, que hoje tem equipes focadas em sua carreira tanto no Brasil quanto no exterior, afirma que já tem ideias para trabalhos futuros e, justamente, com essa ideia de mostrar mais do Brasil.

Uma delas é uma parceria com o colombiano Maluma, 27, em que ela pretende mostrar ao mundo mais sobre as festas juninas brasileiras. "Até já expliquei para ele o que é festa junina, é o que quero mostrar, só vamos esperar a pandemia passar", diz.

Entre seus projetos está também a Amazônia, afirma Anitta. "Já falo sobre ela em entrevistas, até porque me perguntam muito sobre política e eu falo porque o que estão fazendo com a Amazônia hoje é preocupante para o Brasil e para o mundo."

Por enquanto, a cantora está focada em "Girl From Rio", em sua casa em Miami, apesar de ser categórica ao dizer que não se mudou para lá. Segundo ela, a pandemia e a necessidade de quarentena a cada viagem a fizeram passar esse tempo nos EUA.

"Estou vacinada, praticamente todos que conheço estão, o que é legal e triste ao mesmo tempo. Infelizmente nosso país fez escolhas muito ruins. É louco, porque aqui também estava muito ruim, mas assim que trocou de presidente [saiu Donald Trump e entrou Joe Biden] as coisas andaram."

Fonte: Noticias ao Minuto

Após lockdown, Portugal sai do estado de emergência e conclui reabertura

LISBOA, PORTUGAL (FOLHAPRESS) - Com a pandemia considerada sob controle e os menores indicadores de mortes e hospitalizações por Covid-19 em oito meses, Portugal avança, já neste fim de semana, para a última etapa de seu processo de reabertura, anunciou o primeiro-ministro, António Costa.

Após vigorar por 173 dias no país, o estado de emergência acaba oficialmente na sexta-feira (30).

Nas palavras da ministra da Saúde, Marta Temido, Portugal "está controlando a pandemia", mas o vírus ainda não foi vencido.

"Por muito que seja o cansaço acumulado, ainda é preciso continuar a lutar contra a pandemia, porque ela não está ultrapassada", afirmou.

Prevista para começar apenas na próxima segunda-feira (3), a quarta e última etapa da reabertura foi antecipada para o sábado (1º), para coincidir com o fim do estado de emergência.

Restaurantes, cafés e padarias, que eram obrigados a fechar às 13h nos fins de semana, passam a estar abertos até as 22h30, horário-limite de funcionamento para os dias de semana.

Permanecem limitações à ocupação máxima das mesas, mas com um ligeiro aumento no tamanho dos grupos. São permitidas mesas com até dez pessoas ao ar livre, e seis nos espaços fechados.

A antecipação da reabertura já para este fim de semana deve ter um impacto bastante positivo para os restaurantes, uma vez que o Dia das Mães lusitano é comemorado neste domingo (2).

O horário de funcionamento também foi alargado para outras atividades. Durante a semana, todas as lojas e shoppings podem permanecer abertos até as 21h. Aos fins de semana e feriados, até as 19h.

Espetáculos culturais passam a funcionar até as 22h30, mas os jogos de futebol permanecem sem público nos estádios.

A determinação de obrigatoriedade de home office para todos os trabalhadores que possam trabalhar remotamente está mantida até o fim do ano.

Fechados desde março de 2020, bares e discotecas seguem sem previsão de voltarem a abrir.

Para evitar que os restaurantes funcionem como bares, a venda de bebidas alcoólicas só será permitida junto com refeições.

Quase todo o país avança para o desconfinamento, com exceção de sete municípios -e parte de um oitavo-, que extrapolaram, em duas avaliações seguidas, a incidência de 120 novos casos por 100 mil habitantes em 14 dias, estabelecida como limite pelas autoridades.

Ficam para trás: Miranda do Douro, Paredes, Valongo, Aljezur, Resende, Carregal do Sal, Portimão e parte de Odemira.

Várias cidades, no entanto, receberam uma espécie de cartão amarelo do governo, por já terem atingido o limite de casos em uma avaliação. Se a incidência não diminuir, elas serão obrigadas a recuar para o estágio anterior.

Para garantir uma resposta mais rápida à evolução epidemiológica, o governo decidiu diminuir o intervalo entre as avaliações, que passam de quinzenais para semanais.

"Passamos a uma avaliação semanal porque estamos num quadro com menos medidas restritivas e em que é preciso agir o mais rápido possível", afirmou o primeiro-ministro.

Com o novo cenário, a fronteira terrestre com a Espanha também será reaberta.

A atual limitação às viagens para brasileiros, no entanto, segue em vigor. Só estão autorizadas viagens essenciais. Além de apresentarem um teste PCR negativo feito 72 horas antes do embarque, os viajantes são obrigados a fazerem uma quarentena de 14 dias após a chegada.

O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, apelou à responsabilidade coletiva no momento da reabertura.

"O fim do estado de emergência não é o fim da responsabilidade dos portugueses, nem é o fim da pandemia. Portanto, a pandemia ainda está aí, a responsabilidade dos portugueses deve continuar, como sempre esteve", afirmou a jornalistas nesta quinta-feira (29), em Lisboa.

A decisão de avançar para a reabertura foi tomada após uma reunião com especialistas e políticos, na terça-feira (29), que avaliou positivamente a situação do país e do sistema de saúde.

DO CAOS À REABERTURA

Portugal conseguiu controlar com sucesso a primeira onda da Covid-19, mas viu a situação sair do controle em janeiro, quando o país esteve por vários dias na liderança mundial de novos casos e mortes por milhão de habitantes.

A situação vinha se agravando desde outubro, mas esteve relativamente controlada até dezembro.

Segundo especialistas, o aumento expressivo de novos casos estava relacionado ao afrouxamento das medidas de circulação e aglomeração no período de Natal. Enquanto muitos países da Europa apertavam as regras, Portugal optou por reduzi-las.

Pressionado pelo aumento de casos e internações, o SNS (Sistema Nacional de Saúde, o SUS português) esteve perto do colapso, e o governo chegou a pedir ajuda internacional.

Para tentar conter a disseminação do coronavírus, o governo determinou restrições bastante flexíveis, que mantiveram escolas e universidades abertas e com uma série de exceções.

O tal confinamento leve "não pegou", e os índices de circulação permaneceram elevados. Portugal partiu então, em 22 de janeiro, para um lockdown ultrarrestritivo que fechou quase todo o país.

A medida fez efeito e, cerca de um mês depois, o país já apresentava a menor taxa de transmissão do vírus na Europa. Ainda assim, o governo relutou em reabrir, o que só começou em 15 de março. Um processo de reabertura "a conta-gotas", nas palavras do premiê António Costa.

Agora, o país tenta acelerar a vacinação da população. Portugal, que tem 10 milhões de habitantes, aplicou 3,23 milhões de doses.
Cerca de 23,2% dos portugueses já receberam a primeira dose do imunizante, e 8,51% estão com a vacinação completa.

No pico da pandemia, em 31 de janeiro, o país atingiu o recorde diário de mortes, com 303 óbitos por Covid-19. Três dias antes, foi contabilizado o máximo de novos casos: 16.432.

Nas últimas 24 horas, Portugal registrou apenas 1 morte e 470 novos casos do novo coronavírus.

Desde o começo da pandemia, houve 836.033 casos confirmados e 16.974 mortes.

Fonte: Noticias ao Minuto

BNDES suspende cobrança de financiamentos por pequenas empresas por seis meses

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) suspendeu a cobrança de pagamento por empréstimos feitos por micro e pequenas empresas de todos os setores por seis meses -de maio a outubro de 2021.

Também poderão pedir a suspensão, independentemente do tamanho, empresas de atividades artísticas, transporte aéreo, alojamento e transportes rodoviário e metroferroviário de passageiros. Para o setor audiovisual, será permitida a suspensão de pagamentos pelo prazo de até 12 meses.

Ficam de fora operações de comércio exterior e contratadas pela administração pública, por exemplo.

A medida foi tomada para amortecer os efeitos da pandemia. O banco já havia lançado mão da ferramenta, pelo mesmo motivo, em março do ano passado.

Nesta quinta, o vice-presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Rafael Cervone, defendeu a prorrogação dos prazos de carência de empréstimos feitos a pequenas e média empresas. A defesa foi feita em reunião do Compi (Conselho Superior da Micro, Pequena e Média Indústria), segundo nota divulgada.

O pedido de suspensão deve ser feito nos bancos, onde contrataram o financiamento, ou por meio de preenchimento de um formulário no site do banco a partir da próxima segunda-feira (3). A prorrogação deverá estar dentro dos 18 meses posteriores ao prazo final do contrato. A medida também pode retroagir, abarcando até a primeira prestação em aberto após 15 de fevereiro deste ano.

Fonte: Noticias ao Minuto

Fiocruz identifica cão e gato com anticorpos contra novo coronavírus

Pesquisadores de laboratórios da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade Texas A&M identificaram anticorpos neutralizantes contra o coronavírus SARS-CoV-2 (o mesmo que causa a covid-19) em um gato e um cachorro de rua do Rio de Janeiro. A presença das estruturas de defesa significa que eles foram expostos ao vírus e desenvolveram resposta imune.

O estudo foi publicado como artigo científico no mês passado, na revista Plos One, e divulgado hoje (29) pela Agência Fiocruz de Notícias.

Foram analisadas amostras de 96 animais levados a duas clínicas veterinárias da capital fluminense entre junho e agosto de 2020. No grupo analisado, havia 49 gatos e 47 cachorros, incluindo animais de estimação em casas com e sem registro de casos de covid-19 e animais de rua recém-acolhidos por organizações não governamentais.

A constatação de anticorpos contra o novo coronavírus em animais já foi registrada em outras partes do mundo e sugere que a transmissão de humanos para animais é possível. Os cientistas enfatizam que não há evidências científicas de que o oposto possa ocorrer e reforçam que não há qualquer justificativa para abandono ou maus tratos de animais.

Os casos de bichos com anticorpos contra o SARS-CoV-2 foram documentados principalmente em animais domésticos de famílias em que há casos da doença, mas também já há outros registros em que animais de rua e até de zoológicos foram infectados.

A pesquisa realizada no Rio de Janeiro foi liderada por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), vinculados aos Laboratórios de Imunologia Viral, de Mosquitos Transmissores de Hematozoários, de Morfologia e Morfogênese Viral e de Vírus Respiratórios e do Sarampo e contou com a participação da Clínica Veterinária Animal Help.

Para identificar os anticorpos, as amostras foram analisadas por meio de uma metodologia de ensaio sorológico altamente específica, conhecida como PRNT90.

Os animais também foram testados com exames PCR para identificar infecções ativas, e nenhum resultado positivo foi encontrado. Para esses testes, foram coletadas amostras de swab orofaríngeo e anal.

Com informações da Agência Brasil

Fonte: Noticias ao Minuto

'Perdemos a batalha, mas a guerra continua', diz Neymar após derrota do PSG

Foi apenas uma batalha perdida. A guerra continua. Assim Neymar definiu o revés do Paris Saint-Germain para o Manchester City por 2 a 1, em Paris, pelo jogo de ida da semifinal da Liga dos Campeões. O resultado fez com que o PSG tenha de vencer por dois gols na Inglaterra ou por um, desde que seja no mínimo por 3 a 2.

"Perdemos a batalha, mas a guerra continua. Eu acredito na minha equipe, acredito que podemos ser melhores do que fomos. Vai Paris!", escreveu Neymar nas redes socais pouco depois do jogo, quando não conseguiu ter uma atuação destacada. "1% de chance 99% de fé."

O discurso foi reforçado pelo zagueiro Marquinhos. "Se não acreditarmos, não adianta fazer a viagem. Precisamos de uma mentalidade de guerreiro para seguir em frente. Estamos muito perto. Não devemos ter dúvidas agora", afirmou o jogador, em entrevista à TNT Sports

Para o autor do gol do PSG, o time não conseguiu repetir no segundo tempo o mesmo desempenho do primeiro, quando foi melhor do que o Manchester City e abriu 1 a 0. A equipe inglesa voltou melhor com modificações realizadas pelo técnico Pep Guardiola e virou o placar.

"A gente acabou não conseguindo sair no segundo tempo. A equipe do City foi muito agressiva. Não encaixamos bem o contra-ataque, não conseguimos colocar nossa estratégia em campo. Também tivemos dificuldades em outras partidas, hoje acabamos sofrendo dois gols. São detalhes. Liga dos Campeões é assim", afirmou. "Ainda temos os 90 minutos pela frente. Temos de fazer melhor para passar à final."

Pelo lado do Manchester City, Guardiola se mostrou satisfeito com o rendimento da equipe, mas lembrou que ainda há o segundo jogo. A partida de volta da semifinal aconteceu na próxima terça-feira, na Inglaterra.

"De maneira geral, estou satisfeito. Mas foi só metade do caminho. Ainda temos mais 90 minutos e, contra o PSG, tudo pode acontecer", afirmou o treinador, também em entrevista à TNT Sports.

Para o técnico, o comportamento da equipe no primeiro tempo, quando foi dominada pelo PSG, aconteceu por causa da falta de experiência da maioria do grupo. "Para muitos dos nossos jogadores, é a primeira vez numa semifinal (de Liga dos Campeões). Às vezes, você precisa de tempo para ficar mais relaxado, ser você mesmo. É normal a atuação no primeiro tempo, são 180 minutos. A gente mudou um pouco a forma de pressionar e foi mais agressivo."

Em entrevista à SkySports, Guardiola explicou o que fez para conter o ataque do PSG. "Precisávamos travar o jogo e reduzir o ritmo, porque se você faz um jogo aberto contra Mbappé e Neymar, eles te matam. Vimos contra o Bayern, são 10 mil vezes melhores que nós com o campo aberto. Tínhamos de jogar assim", disse o espanhol.

Fonte: Noticias ao Minuto