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terça-feira, 31 de março de 2020

Rapper confirma fim do namoro com Adele em nova música

O rapper Skepta anunciou o fim do seu namoro com a cantor Adele através da sua nova música - 'Mic Check'. Esta foi a forma que o músico encontrou para confirmar os rumores, garante a imprensa internacional. 

O tema lançado recentemente fala sobre a dificuldade em conseguir gerir relações amorosas entre e com celebridades.

De acordo com o jornal britânico The Sun, o tema não só confirma o fim do namoro como também mostra que ele não está sabendo lidar da melhor forma com o término.

Recorde-se que o romance entre Adele e Skepta tornou-se público em outubro do ano passado. Meses antes desta paixão pela cantora, o rapper tinha mantido um breve relacionamento com a antiga modelo Naomi Campbell e também ela é mencionada na música. 

Fonte: Noticias ao Minuto

Casa Branca projeta ao menos 100 mil mortos nos EUA

WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - A Casa Branca apresentou nesta terça-feira (31) projeções sombrias sobre o avanço do coronavírus nos EUA e indicou que 100 mil a 240 mil pessoas devem morrer no país nos próximos meses mesmo com a adoção de medidas de distanciamento social.

Essa foi a primeira vez desde o início da pandemia que a força tarefa do governo Donald Trump apresentou números oficiais sobre o impacto do novo vírus na vida dos americanos e conferiu um tom mais sóbrio e realista ao presidente, que diversas vezes chegou a minimizar a crise.

As previsões acontecem no dia em que os EUA registraram mais de 3.700 mortes – 785 somente nesta terça – e ultrapassaram a China em número de vítimas confirmadas do coronavírus.

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, no fim da tarde desta terça eram mais de 184 mil casos em território americano, número que cresce vertiginosamente desde o meio de março e, segundo especialistas, deve chegar ao pico somente em 15 de abril.

Diante dos números mostrados em gráficos durante coletiva na Casa Branca, Trump afirmou que o coronavírus "não é uma gripe" e que os americanos devem estar preparados para duas semanas "muito dolorosas."

"Quero que todo americano esteja preparado para os dias difíceis que estão pela frente", disse o presidente.

"Vamos passar por duas semanas muito, muito dolorosas", completou, acrescentando que era uma questão "de vida ou morte" seguir as orientações de distanciamento social por mais 30 dias.

"Muita gente me falou para não fazer nada, só deixar passar, 'pense nisso como uma gripe'. Mas não é uma gripe, é perverso."

Há pouco mais de um mês, Trump havia dito que o novo vírus era "assim como uma gripe" e, ainda na semana passada, sugeriu suspender as medidas restritivas nos EUA para que o país retomasse as atividades e, consequentemente, a economia.

Os números mostrados por sua equipe de especialistas nesta terça foram os responsáveis por convencer o presidente a recuar e decidir no domingo (29) estender orientações de distanciamento social até 30 de abril.

A metodologia, de acordo com a médica Deborah Birx, também da força tarefa do governo americano, foi baseada em modelos observados na Itália, por exemplo, que registra altíssimo número de transmissão e letalidade.

Caso não houvesse as medidas restritivas, indicam os estudos, o número de mortos nos EUA poderia atingir de 1,5 milhão a 2,2 milhões de pessoas.

O gráfico exibido nesta terça nos salões da Casa Branca foi chamado de realista por Anthony Fauci, diretor do instituto de doenças infecciosas dos EUA, que disse que é preciso trabalhar para baixar os números, seguindo rigorosamente as medidas restritivas impostas no país.

"Nós temos esses números, mas não quer dizer que os aceitamos", afirmou Fauci.

Ele é um dos responsáveis pela mudança de tom e comportamento de Trump, que manteve uma postura errática frente a crise até aqui.

O presidente vocalizava medidas de distanciamento social ao mesmo tempo em que propagandeava o uso de medicamento que ainda não teve sua eficácia comprovada contra o vírus e defendia a reabertura do país até a Páscoa, em 12 de abril.

No domingo, porém, Trump recuou e anunciou orientações de distanciamento social até o fim de abril e, desde então, estuda novas medidas com a força tarefa da Casa Branca, à medida que vê a piora do quadro em diversos estados, principalmente em Nova York e Nova Jersey.

Apesar dessas regiões concentrarem os cenários mais críticos, o aumento exponencial de casos têm chegado a Michigan e Flórida, por exemplo.

O primeiro caso de coronavírus confirmado nos EUA foi em 21 de janeiro. O presidente declarou estado de emergência nacional após 52 dias, em 13 de março. A partir daí, a situação degringolou e, menos de duas semanas depois, o país registrava 83 mil casos, superando China e Itália e tornando-se o epicentro do vírus.

Nesta terça, porém, o número de casos já tinha mais que dobrado nos EUA, enquanto a China registrava 82,2 mil casos e 3.309 mortos. Numericamente, a Itália ainda registra maior letalidade: 105,7 mil casos e 12.428 mortes.

Até agora, pelo menos 3 de 4 americanos estão sob medidas restritivas em todo o país e a ordem é que assim continuem até pelo menos o fim de abril. Na Casa Branca não se falou sobre uma data para que as mortes comecem a cair, mas a projeção é de que haja vítimas até junho.

O total de diagnósticos no mundo é de cerca de 850 mil, ainda em curva crescente, com 41 mil mortos.

Desde o meio de março, Trump já anunciou uma série de medidas para tentar conter o avanço da pandemia no país.

Entre as mais importantes estão a suspensão dos voos da Europa aos EUA – viagens provenientes da China e do Irã também estão vetadas –, decreto de emergência nacional, assinatura do maior pacote de emergência fiscal da história americana, de US$ 2 trilhões, com pagamento direto aos cidadãos do país, e fechamento da fronteira dos EUA com Canadá e México para trânsito não essencial.

Fonte: Noticias ao Minuto

Paulistanos buscam refúgio para quarentena no interior e litoral de SP

A maior concentração de casos de coronavírus na capital está levando muitos paulistanos a se refugiar em cidades do interior e do litoral paulista para cumprir a quarentena recomendada pelas autoridades. Em partes do litoral e regiões distantes do interior a circulação do vírus ainda é menor, conforme os números oficiais. As famílias que estão fugindo de São Paulo relatam mais facilidade para ficarem isoladas, menor risco de contágio e o alívio psicológico proporcionado pelo contato com a natureza.

Atento às recomendações do Ministério da Saúde sobre o isolamento social contra o coronavírus, o advogado paulistano Dario Orlandelli, de 81 anos, optou por unir o necessário ao agradável. Dono de um rancho de pesca em Pirassununga, cidade do interior onde mora uma de suas filhas, ele deixou a capital há dez dias, na companhia da esposa, e passa as horas fazendo o que mais gosta. "Fico pescando no rio Mogi Guaçu, sem ser influenciado pelo noticiário. Pego uns peixinhos e solto. É uma terapia e, ao mesmo tempo, uma proteção, pois aqui é bem isolado. A gente tem de se cuidar, mas não pode morrer tédio."

Ele conta que a esposa, menos afeita à pescaria, fica em casa da filha, na área urbana. A filha e o genro são professores no campus local da Universidade de São Paulo (USP). "Não tem criança em casa e eles também estão seguindo as regras do isolamento."

Dario Orlandelli e a esposa moram em um apartamento, no bairro da Lapa, zona oeste da capital, que está fechado. "Sem poder sair, devido ao risco, a gente ficava a maior parte do tempo na TV vendo notícias pouco agradáveis. Agora, estamos bem resguardados, com o emocional mais leve e vamos ficar (no interior) o tempo que for necessário."

O empresário Nemer Ibrahim Chiah, de 44 anos, e sua esposa, a cirurgiã dentista Maison Ghandour, de 40, deixaram a capital há duas semanas e foram para a quarentena, com os filhos, Ibrahim, de 8 anos, e Hayfa, de 5, na casa de veraneio da família em Ilhabela, litoral norte de São Paulo. "Costumo vir para a ilha de 15 em 15 dias para passar o fim de semana. Desta vez, antes de começarem os bloqueios, já vim com a família e pretendo voltar só quando acabar essa quarentena." A família reside em Interlagos, na zona sul da capital, e tomou a decisão em busca de maior isolamento.

Chiah afirma que a família passa a maior parte do tempo em casa. As crianças estudam e brincam, enquanto ele e a esposa cuidam dos afazeres domésticos. "Minha casa fica muito distante do centro, na costa sul da ilha, e saímos o mínimo possível. Temos uma moça que nos ajuda aqui, é nossa funcionária, mas esses dias ela não está vindo. Nossa rotina está sendo assim: a gente acorda, procura fazer alguma atividade física, caminha um pouco onde não tem gente e, no mais, é ficar em família." Em quase 15 dias, ele saiu de casa duas vezes. "Estamos tranquilos, rezando para que dê tudo certo e isso passe logo."

O artista plástico André Balbi, que mora em Moema, na zona sul da capital, buscou refúgio com parte da família - a esposa, a enteada e uma filha - nas montanhas de São Francisco Xavier, na Serra da Mantiqueira, onde há 25 anos mantém um ateliê. "Minha base é em São Paulo, onde meus filhos estudam, mas com essa história toda decidimos nos isolar no interior, tentando nos proteger." Balbi tinha uma exposição na galeria São Paulo Flutuante, agendada para 28 de março, que foi desmarcada devido ao coronavírus. A mostra marcaria a inauguração da galeria.

Apesar do isolamento, o trabalho do artista não parou, como conta. "As meninas, que estudam na PUC, estão fazendo os cursos à distância. Minha esposa, que é designer, trouxe o computador e está trabalhando. Eu também não parei. O trabalho de criação continua, mas, em vez de ser no nosso apartamento, é aqui nesse paraíso, cercado pelas mil árvores que eu mesmo plantei."

Fonte: Noticias ao Minuto

Bolsa tem pior trimestre da história e dólar sobe quase 30%, a R$ 5,20

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A crise do coronavírus levou a Bolsa de Valores brasileira a registrar, no primeiro trimestre de 2020, a maior desvalorização trimestral da história. De janeiro até esta terça-feira (31), o Ibovespa acumulou queda de 36,85%, superando o recuo de 1986, segundo dados da Economatica. Naquele ano, a Bolsa caiu 36,25% no terceiro trimestre com o fracasso do Plano Cruzado.

Em março, o Ibovespa acumula desvalorização de 29,90%, o quarto pior desempenho mensal da história, atrás de março de 1990 e junho de 1989, períodos marcados pela hiperinflação, e de agosto de 1998, ano da crise russa.

Já o dólar tem a terceira maior alta trimestral do Plano Real. A valorização de 29,5% nos três primeiros meses de 2020 perde apenas para o terceiro trimestre de 2002, antes da eleição de Lula para o primeiro mandato presidencial, e para o primeiro trimestre de 1999, quando quando o Banco Central (BC) encerrou a política do câmbio fixo.

Nesta terça, a moeda terminou o pregão cotada a R$ 5,1990, alta de 0,34%. Na máxima, chegou a R$ 5,2150, mas perdeu força com o leilão de US$ 755 milhões à vista do BC. O patamar do dólar é próximo ao recorde nominal (sem contar a inflação) do dia 18, de R$ 5,2010.

Em termos reais (corrigidos pela inflação), a moeda americana ainda está longe de sua máxima de 2002. Se for considerado apenas o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), calculado pelo IBGE, o pico de R$ 4 naquele ano, equivale a cerca de R$ 10,80 hoje. Caso também seja levada em conta a inflação americana, o valor corrigido seria cerca de R$ 7,50.

Já o Ibovespa está no menor patamar desde julho de 2018. Em mais uma sessão volátil, o índice brasileiro passou de alta para queda de 2,17%, a 73.019 pontos, seguindo o desempenho de Wall Street.

Dow Jones fechou em queda de 1,84%, no pior trimestre desde 1987, ano da Segunda-Feira Negra, quando o índice americano desabou 22,61% em uma única sessão. Nesta terça, S&P e Nasdaq caíram 1,60% e 0,95%, respectivamente, encerrando os piores trimestres desde 2008, ano da crise financeira.

Neste mês, Bolsas registraram volatilidade recorde, acionando sucessivos circuit breakers (paralisação temporária das negociações), devido ao pânico de investidores diante da Covid-19. Para conter a pandemia, as principais economias globais paralisam atividades, o que, segundo economistas, deve gerar uma das piores recessões da história.

As bruscas quedas dos índices desencadearam um efeito cascata porque fundos de investimento, que representam grade parte dos investidores, têm mecanismos de "stop loss" (interrupção de perdas) que os força a vender ações diante de fortes desvalorizações -geralmente, em quedas de 7% a 10% do Ibovespa.

O movimento leva a uma forte pressão vendedora que reduz os preços de ativos bruscamente. Enquanto ações caem, ativos menos arriscados, como ouro e dólar, tendem a disparar.

Nas viradas mensais e trimestrais, os fundos tendem a rebalancear as carteiras, fazendo apostas para as próximas semanas e recomprando ações. O movimento trouxe uma certa calmaria ao mercado nos últimos dias, explicam analistas.

Nas últimas semanas, as Bolsas se recuperam do que seria a pior queda desde 1929 graças a estímulos de governos e autoridades monetárias. O Congresso americano aprovou um pacote de US$ 2 trilhões de estímulos e, agora, o governo de Donald Trump quer mais US$ 2 trilhões para obras de infraestrutura.

"Tivemos dias de relativa tranquilidade, mas como reflexo de uma queda muito forte e muito rápida. Estamos vendo quase que uma injeção de dinheiro infinita nos EUA", diz Thiago Salomão, analista de ações da Rico Investimentos.

O Fed, banco central americano, promoveu uma série de estímulos superior à crise de 2008, com corte de juros para próximo de zero e injeção massiva de liquidez no mercado.

No Brasil, o governo também anunciou medidas para conter os impactos econômicos da crise, como vouchers de R$ 600 para trabalhadores informais e crédito de R$ 40 bilhões para financiar salários de pequenas e médias empresas.

O BC brasileiro cortou juros para a mínima histórica de 3,75% e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) vai auxiliar empresas aéreas e de saúde.

"Não temos flexibilidade de injetar tanto dinheiro na economia. As medidas foram boas, mas dentro das nossas limitações. Contudo, precisamos de uma liderança unida, e Congresso e governo estão dissonantes", diz Salomão.

O aumento de gastos devido ao coronavírus e e a ampliação do BPC (benefício assistencial a idosos carentes e deficientes), que, em dez anos, pode levar a uma alta nos gastos públicos de R$ 217 bilhões, piorou a perspectiva fiscal do país, contribuindo para a alta do risco-país, medido pelo CDS (Credit Defautl Swap) de cinco anos.

O CDS é um índice acompanhado pelo mercado financeiro para avaliar a capacidade de um país honrar suas dívidas. Neste ano, ele acumula alta de 176%, voltando a patamares pré-eleição.

Antes da pandemia eclodir no mercado financeiro, investidores já precificavam o distanciamento dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), do governo de Jair Bolsonaro, o que ameaça a condução das reformas administrativa e tributária, além da piora de indicadores econômicos.

"No começo do ano, o mercado acreditava que as reformas passariam e que o PIB seria de 2,5% a 3%. Mas, logo em janeiro, dados ruins de emprego e produção industrial já derrubavam a Bolsa e, agora, reformas não passam mais esse ano. Temos eleições no segundo semestre". diz Pedro Lula Mota, gestor da Vérios Investimentos.

Agora, o mercado prevê retração da economia brasileira em 2020. O Goldman Sachs estima contração de 3,4% do PIB (Produto Interno Bruto). O JP Morgan vê queda de 3,3%.

Os resultados se aproximam dos anos de 2015 e 2016, quando o país passou por uma das piores recessões já registradas.

Bancos brasileiros têm projeções de uma queda mais amena, entre 1% e 2%. Com a incerteza diante dos impactos da Covid-19, analistas apontam que a calmaria do mercado é temporária e que, em abril, a volatilidade deve permanecer alta.

Fonte: Noticias ao Minuto

Em novo pronunciamento, Bolsonaro volta a igualar empregos e vidas

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a distorcer declaração do diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Adhanom Ghebreyesus, para embasar seu discurso de equiparação do salvamento de empregos ao de vidas diante da pandemia do coronavírus.

"Temos uma missão: salvar vidas sem deixar para trás os empregos. [...] Por outro, temos que combater o desemprego. Vamos cumprir esta missão ao mesmo tempo que cuidamos da saúde das pessoas", disse Bolsonaro em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV na noite desta terça-feira (31).

No entanto, Bolsonaro tirou de contexto a fala de Tedros Adhanom Ghebreyesu. A frase completa de Tedros é: "Cada indivíduo é importante, cada indivíduo é afetado pelas nossas ações. Qualquer país pode ter trabalhadores que precisam trabalhar para ter o pão de cada dia. Isso precisa ser levado em conta".

Bolsonaro afirmou que "temos que evitar ao máximo qualquer perda de vidas humanas", mas disse que "ao mesmo tempo, devemos evitar a destruição de empregos, que já vem trazendo muito sofrimento para os trabalhadores brasileiros".

No pronunciamento, Bolsonaro mudou o tom que vinha adotando em relação ao coronavírus, pandemia à qual já se referiu como "uma gripezinha". Nesta terça, disse que "estamos diante do maior desafio da nossa geração".

O presidente, que já defendeu o uso da hidroxicloroquina para o combate à Covid-19, inclusive aparecendo com caixas do medicamento na mão, admitiu que "ainda não existe vacina contra ele ou remédio com eficiência comprovada".

Bolsonaro elencou medidas anunciadas pelo governo tanto na saúde como na economia. "Temos uma missão: salvar vidas sem deixar para trás os empregos. Por um lado, temos que ter cautela e precaução com todos, principalmente junto aos mais idosos e portadores de doenças pré-existentes. Por outro, temos que combater o desemprego, que cresce rapidamente, em especial entre os mais pobres. Vamos cumprir esta missão. Ao mesmo tempo em que cuidamos da saúde das pessoas", disse.

Esta é a quarta vez que o presidente chama o sistema de rádio e TV para falar do novo coronavírus.

Na última ocasião, na terça-feira (24) da semana passada, ele foi incisivo nas críticas ao distanciamento social e ao isolamento da população, recomendados por autoridades sanitárias, entre elas o próprio Ministério da Saúde e a OMS (Organização Mundial de Saúde).

O discurso aprofundou a crise no país, causou perplexidade em associações médicas, estimulou panelaços contra o presidente e ampliou o seu isolamento político.

No sábado (28), em reunião no Palácio da Alvorada, ministros fizeram um apelo para que Bolsonaro alinhasse suas falas às orientações técnicas do Ministério da Saúde, que aposta no recolhimento como estratégia para frear o avanço da Covid-19 e, com isso, evitar um colapso do sistema de atendimento.

No dia seguinte, contudo, ele fez giro pelo comércio de Brasília, provocando aglomerações, e defendeu que parte das pessoas saia às ruas para trabalhar, como fazia antes. Disse ainda que cogita editar norma liberando atividades país afora.

"Eu estou com vontade, não sei se eu vou fazer, de baixar um decreto amanhã: toda e qualquer profissão legalmente existente ou aquela que é voltada para a informalidade, se for necessária para levar o sustento para os seus filhos, para levar leite para seus filhos, para levar arroz e feijão para casa, vai poder trabalhar", afirmou.

Twitter, Facebook e Instagram apagaram das contas do presidente posts do passeio dominical por entender que eles estimulavam a desinformação e poderiam causar danos à coletividade. Foi a primeira vez que isso ocorreu com um mandatário brasileiro.

Apesar das falas do presidente, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, manteve o tom conciliador e reiterou as orientações de sua pasta. As evidentes divergências com o discurso do mandatário geram incertezas sobre sua permanência no cargo.

Conforme mostrou o jornal Folha de S.Paulo nesta terça-feira, no entanto, o discurso do presidente estimulou um movimento dentro do próprio governo em apoio a Mandetta.

Os ministros Sergio Moro (Justiça) e Paulo Guedes (Economia) uniram-se nos bastidores ao chefe da Saúde, em defesa de sua estratégia de combate ao vírus, assim como fizeram representantes da ala militar.

Em entrevista publicada pela Folha de S.Paulo no domingo, o vice-presidente, general Hamilton Mourão, interlocutor desse segmento, disse que a crise do coronavírus é séria e indicou falhas na coordenação de combate à doença.

As posições de Bolsonaro também o distanciaram das cúpulas do Legislativo e do Judiciário. Nesta segunda-feira (30), o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, ressaltou a necessidade de isolamento social.

No pronunciamento da semana passada, o presidente criticou o fechamento de escolas e do comércio para combater a epidemia, atacou governadores e culpou a imprensa pelo que considera clima de histeria instalado no país.

Na ocasião, ele defendeu o isolamento vertical, ou seja, apenas de quem integra os grupos de risco, como idosos e portadores de comorbidades, para enfrentar a pandemia.

Segundo especialistas, essa estratégia é ineficiente, pois não há como evitar o contato dos mais vulneráveis com outras pessoas que, saindo às ruas, se expõem ao contágio e passam a ser vetores da doença.

"O que se passa no mundo mostra que o grupo de risco é de pessoas acima de 60 anos. Então, por que fechar escolas?", questionou Bolsonaro. "Raros são os casos fatais, de pessoas sãs, com menos de 40 anos de idade."

As declarações se deram após o presidente receber pressões do empresariado, especialmente o do varejo, que o avisou de demissões em massa no setor.

Bolsonaro disse que desde o início da crise o governo se preocupou em conter o pânico e minimizou a gravidade da Covid-19 ao compará-la a uma "gripezinha" ou um "resfriadinho".

Congressistas, governadores e entidades de saúde reagiram com indignação às declarações. No pronunciamento, Bolsonaro alegou que "grande parte dos meios de comunicação foram na contramão" do governo e "espalharam a sensação de pavor, tendo como carro-chefe o grande número de vítimas na Itália".

Argumentou que o país europeu tem características distintas das do Brasil, e que o cenário foi "potencializado pela mídia para que histeria se espalhasse". O presidente disse também que "nossa vida tem que continuar" e os empregos precisam "ser mantidos". "O sustento das famílias deve ser preservado. Devemos, sim, voltar à normalidade", afirmou.

De forma quase simultânea, a Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência) lançou nas redes sociais campanha com o mote "O Brasil não pode parar", dias depois proibida pela Justiça ante a possibilidade de prejudicar o esforço de saúde pública.

O presidente também atacou governadores e disse que eles precisam "abandonar o conceito de terra arrasada", com a proibição de transporte, o fechamento de comércio e o que chamou de confinamento em massa.

Apesar de ter pregado a volta à normalidade, contrariando orientações de especialistas, Bolsonaro disse que é preciso se preocupar com a contaminação do vírus.

Ele concluiu dizendo que, se ele fosse infectado, por seu histórico de "atleta", não deveria temer a doença.O presidente tem feito recorrentes manifestações contra medidas recomendadas por autoridades sanitárias, mas, nas duas primeiras aparições em cadeia de rádio e TV para falar do coronavírus, seu discurso havia sido mais comedido.

Em 6 de março, disse que o país havia reforçado seus sistemas de vigilância sanitária em portos e aeroportos, como preparação para o avanço do Covid-19.

Em 12 de março, sugeriu que seus apoiadores não comparecessem a atos de rua planejados para o domingo seguinte, 15 de março. A justificativa era que aglomerações poderiam facilitar a transmissão da doença.

O presidente, no entanto, descumpriu sua própria orientação e, no dia programado para as manifestações, se juntou a simpatizantes em frente à rampa do Palácio do Planalto. Na ocasião, ele tocou as pessoas, as cumprimentou e posou para selfies.

Fonte: Noticias ao Minuto

Governador do Acre: 'Ministro me pediu para pôr funerárias em alerta'

Por orientação do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, o governador do Acre, Gladson Cameli (PP), ignorou os apelos do presidente Jair Bolsonaro - de quem é aliado político - para retomar as atividades econômicas no Estado. "Mandetta falou para eu me preparar para o pior", disse o governador, que conversou com o ministro por telefone na sexta-feira e ouviu dele a orientação para colocar as funerárias em alerta.

"A economia está abalada, mas eu fiz uma opção. Entre vidas e economia, eu estou por vidas", afirmou Cameli. "Eu determinei que as pessoas fiquem em casa. Estou indo pelas orientações do Ministério da Saúde. Não estou em disputa política com Bolsonaro, mas não posso me basear nas decisões dele."

O governador declarou que tentou, na sexta-feira, marcar uma audiência com Bolsonaro, após o presidente reiterar ser contra o isolamento social. Como não conseguiu contato, decidiu se aconselhar com Mandetta. "Eu fiz a seguinte colocação: 'Ministro, estou trabalhando para segurar, fechar tudo, pedindo que a população fique em casa, e vem uma declaração do presidente e vai tudo por água abaixo, desautorizando tudo que a gente tem feito'. Eu notei o ministro muito estressado e com razão. Ele disse que iria conversar com o presidente e que eu tinha que me preparar para o pior."

Ainda segundo o governador, Mandetta disse para "reunir as funerárias para que elas se preparem". "As pessoas não tem a dimensão do perigo que é o novo coronavírus." O Acre tem hoje 34 casos confirmados de covid-19, sendo dois no interior.

Fonte: Noticias ao Minuto

App Zoom já é mais popular que o WhatsApp e a TikTok

O WhatsApp e o TikTok são consideradas os apps mais populares em todo o mundo mas, atenção, porque há um novo candidato a sua atenção e é conhecido como Zoom. Em plena pandemia de Covid-19, este app tem somado cada vez mais downloads e, como nota o Gadgets Now, é o app mais baixado na Play Store na Índia e em alguns países da Europa e América.

A Zoom teria reunido mais de 50 milhões de downloads e teria mesmo ultrapassado o WhatsApp e o TikTok. O grande argumento do Zoom enquanto app de videoconferência está no fato de ter uma capacidade muito superior de participantes em cada chamada. Enquanto o WhatsApp suporta apenas quatro pessoas em simultâneo, no Zoom podem participar até 100 utilizadores.

O aplicativo está disponível em formato gratuito (com algumas limitações) e está disponível para Windows, Android e iOS.

Fonte: Noticias ao Minuto

Aprenda fazer um delicioso sanduíche de Atum com maçã verde

A páscoa está chegando e junto com ela milhões de ideias pairam no ar quando se trata em que prato elaborar para o almoço de páscoa? Seja um prato apetitoso, seja um lanche, o importante é em meio ao coronavírus não perder a vontade de comemorar essa data, que muitas vezes é especial. 

Para o Chef Borba - headchef e sócio proprietário da Sinerfood, os pratos da páscoa podem ser transformados com ingredientes que temos em casa! 

Confira abaixo a receita do Lanche de atum com maçã verde!

Ingredientes:

01 lata de atum sólido em água

01 colher de sopa cheia de maionese

1/2 maçã verde

1/2 cebola roxa

1/2 limão Taiti

1/2 Salsa02 fios de azeite

Sal a gosto

Pimenta do Reino

Modo de preparo: Lave o atum em água corrente com a ajuda de uma peneira. Pique a maçã verde em brunoise reserve. Pique a cebola roxa em cortes não tão pequenos. Pique a salsa. Misture o atum com a maionese a cebola  a salsa e por fim a maçã verde mexa bem. Disponha o suco de limão o azeite e acerte o sal. Sirva com pão de forma como Sandwich ou canapés com batatas Chips.

Fonte: Noticias ao Minuto

Congresso pode anular atos de crise do Executivo

Diante dos desencontros do Executivo para enfrentar a pandemia do coronavírus, o Congresso Nacional tenta garantir na proposta de criação do "orçamento de guerra" a previsão de que o Legislativo poderá sustar qualquer decisão do comitê de gestão da crise que será criado para coordenar os trabalhos.

A insistência do presidente Bolsonaro em pedir a abertura de comércios e incentivar o fim da quarentena elevam o temor de que ele possa autorizar medidas contrárias às recomendações das autoridades sanitárias, incluindo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

O comitê terá amplos poderes como fixar a orientação geral e aprovar as ações de enfrentamento da crise. A ideia é aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) na Câmara ainda esta semana. A PEC vai incluir as medidas para ampliar o poder de fogo do Banco Central na crise e também retirar todas as amarras do Orçamento para o aumento de gastos em resposta à pandemia, incluindo restrições impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Na primeira versão da proposta do "orçamento de guerra", previa-se que a composição do comitê de gestão de crise teria como chefe o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Essa regra ainda está sendo aperfeiçoada. Em uma das versões mais recentes, a proposta era a que o desenho do conselho fosse definido por Bolsonaro por meio de decreto. A intenção seria deixar o Executivo solto, sem amarras, para evitar conflitos, ainda mais diante do crescimento da tensão entre o presidente e Mandetta. O ponto é sensível e está novamente sendo rediscutido.

O comitê terá amplos poderes como fixar a orientação geral e aprovar as ações durante o período de calamidade. Ele poderá contratar pessoal, obras, serviços e compras para o enfrentamento da calamidade. As despesas para o combate da crise estarão dispensadas das restrições legais, desde que não sejam permanentes.

A ideia do orçamento paralelo tem o objetivo de impedir que o governo misture tudo no orçamento fiscal regular e dificulte a fiscalização futura daquilo que não é urgente. Além disso, há uma preocupação de que as travas fiscais e orçamentárias impeçam uma ação adequada contra a crise. Há preocupação de que a busca por brechas na Constituição e na LRF para tratar do momento de crise acabem por criar precedentes ruins para as situações de normalidade quando a crise acabar.

Tesouro

Pela nova versão, discutida na tarde de segunda-feira, 30, o Tesouro Nacional terá de a autorizar as compras do Banco Central de carteiras de crédito e títulos privados de créditos. O Tesouro terá de informar os valores imediatamente ao Congresso Nacional.

As compras, de acordo com o texto, vão requerer aporte de capital de pelo menos 25% pelo Tesouro Nacional. O Banco Central fica autorizado a acolher depósitos voluntários (recursos que os bancos deixam no BC e não emprestam aos clientes), à vista ou a prazo, com limite de um ano das instituições financeiras. Também poderá comprar e vender direitos creditórios e títulos privados de crédito em mercados secundários, no âmbito de mercados financeiros, de capitais e de pagamento.

Todas as ações judiciais contra as decisões do comitê de gestão da crise serão da competência do Superior Tribunal de Justiça, ressalvada a competência originária do Supremo Tribunal Federal, do Tribunal Superior do Trabalho, do Tribunal Superior Eleitoral e do Superior Tribunal Militar.

A PEC prevê a prescrição de todas as ações contra atos praticados, durante o período de calamidade, inclusive as de ressarcimento, no prazo de 90 dias contados a partir da data de encerramento do estado de calamidade pública. O Tribunal de Contas da União (TCU) fiscalizará os atos de gestão do comitê de gestão da crise.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Noticias ao Minuto

Santos não paga por Cueva, mas trabalha com time russo por indenização

Cueva não faz mais parte do elenco do Santos, mas sua contratação segue sendo assunto no clube. Nesta segunda-feira, venceu a primeira das três parcelas pela sua aquisição junto ao Krasnodar. A diretoria, porém, não quitou a dívida e garante ter feito isso em acordo com o comando da equipe russa.

Contratado em fevereiro de 2019 pelo Santos, Cueva deixou o clube no mês passado, se transferindo ao Pachuca. O time alvinegro, porém, busca uma indenização e acionou a equipe mexicana na Fifa. À espera de uma indenização, optou por não pagar o Krasnodar nesta segunda.

"Todo mundo sabia que a parcela venceria hoje (segunda-feira). Não pagamos porque estamos trabalhando em conjunto com o Krasnodar. Eles aceitaram que a gente entrasse na Justiça. Estamos aguardando resposta da Fifa para que a gente seja indenizado. Não pagamos nada", afirmou Matheus Rodrigues, membro do Comitê de Gestão do Santos, em entrevista à Rádio Ômega.

O acordo com o Krasnodar previa ao Santos o pagamento de um total de US$ 7 milhões (aproximadamente R$ 36,4 milhões) em três parcelas, em 2020, 2021 e 2022. O clube alvinegro, porém, quer receber alguma compensação do Pachuca pela saída de Cueva. E só a partir de uma decisão da Fifa avaliará a possibilidade de realizar o pagamento ao time russo, embora aponte nunca ter firmado o vínculo em definitivo que formalizaria, em sua visão, a aquisição do meia peruano.

Cueva, por sua vez, deixou o Santos de forma unilateral, alegando atraso no pagamento dos direitos de imagem, o que o levou a deixar o time, encerrando uma decepcionante passagem pela Vila Belmiro, com 16 jogos disputados e nenhum gol marcado, mas que está longe de deixar de repercutir no clube.

Fonte: Noticias ao Minuto

Covid-19: Espanha regista 849 mortes em 24 horas e bate recorde diário

O Ministério da Saúde espanhol anunciou, esta terça-feira (31), a ocorrência de 849 mortes motivadas por infecção por Covid-19 nas últimas 24 horas, levando, assim, a que o número total de óbitos aumentasse para 8.189 desde o início da pandemia.

Este é o maior número de vítimas mortais provocadas por infeção pelo novo coronavírus num só dia alguma vez registado pelo país, ultrapassando, desta maneira, as 838 que foram dadas a conhecer no passado domingo.

 

Fonte: Noticias ao Minuto

Caminhoneiros vão ter prioridade em campanha de vacinação contra gripe

Caminhoneiros e portuários serão o próximo foco da campanha de vacinação contra a gripe em todo o país, assim que a agenda para idosos e profissionais de saúde for encerrada, conforme anunciou hoje (30) o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, durante coletiva de imprensa com ministros do Estado.

O ministro falou da campanha do Serviço Social do Transporte/ Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest/Senat) com 130 postos de atendimento a caminhoneiros em rodovias de todo o país com orientações e a entrega de produtos de higiene e alimentação aos profissionais. E disse que a vacinação dos caminhoneiros contará com a mesma logística.

"Os profissionais de transporte terão esse suporte. Eles entram na prioridade assim que acabar a vacinação dos idosos e dos profissionais de saúde. Isso é muito importante porque vai garantir esse conforto a mais aos trabalhadores que estão prestando um grande serviço ao nosso país. É o nosso dever garantir essas condições", afirmou Tarcísio.

O Ministério da Infraestrutura também está auxiliando o Ministério da Saúde na logística de distribuição dos primeiros 500 mil kits de teste rápido para o combate ao novo coronavírus. O lote faz parte de um montante de 5 milhões de itens adquiridos e doados pela Vale e chegou ao Brasil nesta segunda no Aeroporto de Guarulhos. O material já tem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e foi liberado para o centro de logística do Ministério da Saúde em São Paulo.

Com informações da Agência Brasil

Fonte: Noticias ao Minuto

Mariano, da dupla com Munhoz, recebe diagnóstico de coronavírus

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O cantor Mariano, que forma dupla com o amigo Munhoz, revelou nesta segunda-feira (30), por meio de suas redes sociais, que contraiu o novo coronavírus,

"Infelizmente saiu o resultado do meu exame, e eu também fui detectado positivo para a Covid-19. Mas eu estou bem, não estou com sintomas fortes, estou bem tranquilo", disse.

Mariano afirmou também que o seu irmão (cujo nome não foi divulgado) teve alguns sintomas ao longo da semana, e no sábado (28) passou mal e teve de ser internado.

O músico pediu os seus seguidores retomem os cuidados e, se possível, ficar em casa.

"A gente acha que nunca vai acontecer com a gente, mas o negócio realmente não está brincadeira", afirmou ele. "Fiquem em casa, redobrem os cuidados aí com higienização, com a saúde de vocês."

OUTROS CASOS

Com a expansão do coronavírus, já foram registrados vários casos confirmados entre famosos, atletas e até políticos. Tom Hanks, 63, e a mulher, Rita Wilson, 63, foram alguns dos primeiros a ter resultado positivo, mas também estão na lista desde a atriz Fernanda Paes Leme, 36, até o tenor espanhol Placido Domingo, 79.

Tom Hanks e Rita Wilson afirmaram ter contraído a doença na Austrália, onde o ator participava das gravações de um filme sobre a vida de Elvis Presley. Após cumprirem quarentena, o casal voltou para os Estados Unidos na sexta-feira (27).

No Brasil, Di Ferrero afirmou também em suas redes sociais que foi diagnosticado com a doença e, alguns dias depois, confirmou complicações pulmonares: "Muito importante se resguardar agora", disse. Já a influenciadora Gabriela Pugliesi, 33, se isolou em casa, após ter contraído a doença, provavelmente no casamento da irmã.

Outros famosos que estiveram no casamento de Marcela Minelli também confirmaram ter contraído a doença, como a cantora Preta Gil, que foi uma das atração da festa, e a influenciadora Shantal Verdelho e seu filho, Filippo, de apenas um ano. Preta Gil afirmou já estar curada.

Fonte: Noticias ao Minuto

Cinco coisas que podem acontecer se deixar de comer carne vermelha

Seja para salvar animais, proteger o meio ambiente ou ajustar a dieta, deixar de comer carne vermelha terá, certamente, efeitos no seu corpo. 

O Lifestyle ao Minuto apresenta-lhe cinco coisas que podem acontecer: 

A carne vermelha é rica em calorias. Corte-a da sua dieta diária e poderá ver um número menor na balança. Um artigo publicado no Journal of General Internal Medicine relatou que pessoas que seguem uma dieta vegetariana perdem mais peso do que as outras.

Pode sentir-se menos inchado

O corpo digere a carne vermelha mais lentamente do que outros alimentos, e é por isso que pode sofrer de prisão de ventre, dor abdominal e gases.

A sua pele pode melhorar

Carregue nas frutas e legumes, que são ricas em vitaminas como A, C e E que são conhecidas por combater os radicais livres que causam manchas na pele. 

Os seus níveis de colesterol podem descer

Corte na carne vermelha e reduza a quantidade de gorduras saturadas, que foram associadas a níveis mais altos de colesterol. Embora o colesterol alto possa estar ligado aos seus genes, cortar a carne vermelha ajudará bastante a reduzir os níveis do seu corpo. 

Reduzir o risco de certos tipos de câncer

Dietas ricas em gordura saturada têm sido associadas ao aumento da inflamação no corpo, e a inflamação crônica tem sido associada ao desenvolvimento de câncer. Em 2015, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a carne vermelha como um possível agente cancerígeno, estando associado, em particular, a um risco aumentado de câncer do cólon.

Fonte: Noticias ao Minuto

Nintendo se prepara para o grande retorno de 'Super Mario'

O site Video Games Chronicle divulgou a notícia que a Nintendo está trabalhando em remasterizar uma série de antigos jogos ‘Super Mario’ para a Switch, celebrando desta forma o 35.º aniversário da sua mais icônica série.

Por enquanto ainda não se sabe quais são os jogos que serão alvo desta iniciativa mas, julgando pelos rumores, podemos contar os lançamentos de novas versões de ‘Super Mario 64’ (Nintendo 64), ‘Super Mario Sunshine’ (Nintendo Gamecube), ‘Super Mario Galaxy’ (Nintendo Wii) e ainda uma versão especial de ‘Super Mario 3D World’ (Nintendo Wii U).

Os rumores indicam também que a Nintendo se encontra desenvolvendo um novo título da série ‘Paper Mario’ mas, de momento, não é possível confirmá-lo. Os anúncios oficiais poderão acontecer em uma das próximas transmissões Nintendo Direct.

Fonte: Noticias ao Minuto

Movimento nos supermercados está voltando ao normal após coronavirus

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Apas (Associação Paulista dos Supermercados) divulgou um levantamento nesta segunda-feira (30) sobre o movimento presencial no último fim de semana de março nas lojas dos supermercados paulistas e constatou que houve queda de 7,7%, em comparação com o mesmo período de fevereiro.

Segundo Ronaldo dos Santos, presidente da associação, o resultado, mesmo negativo, mostra que o movimento voltou ao seu ritmo normal após a alta registrada por conta da quarentena imposta para o combate ao novo coronavírus.

"A pesquisa começa nos dias 13, 14, 15 de março com uma alta 8,5% e foi subindo. As pessoas foram antecipando as compras, o que é natural diante da crise. Foram dez dias muito intensos e em todos eles o consumidor conseguiu se abastecer. Daí vem a tranquilidade e, como estão todos abastecidos, é natural vender menos que o normal", disse ele.

Relatório da Nielsen, por sua vez, aponta que a segunda semana de março teve uma queda de 3% no Brasil com relação ao volume de compras registradas no início do mês.

Mesmo com a retração medida pela Nielsen, o relatório da empresa mostra que houve crescimento nas vendas nas regiões metropolitanas de São Paulo (4,9%) e do Rio de Janeiro (2%), o que confirma os dados apresentados pela Apas.

Segundo Fernanda Vilhena, gerente de atendimento ao varejo da Nielsen Brasil, responsável pelo relatório, a segunda semana é sempre mais fraca porque o brasileiro faz grandes compras nos primeiros dias do mês, quando recebe o salário.

"O movimento de consumo positivo nessas duas regiões ainda não foi suficiente para neutralizar a retração em outras áreas", diz ela. A região Sul teve retração de 4,4%, e a Nordeste, queda de 7,2%.

O relatório da Nielsen também mostra que alguns produtos tiveram alta performance. A venda de álcool em gel, por exemplo, avançou 214%. Também subiram álcool de limpeza (101%), produtos para máquinas de lavar louça (30,3%). A venda dos chamados facilitadores para passar roupas cresceram 15,3% no período.

A expectativa de Fernanda é que a terceira semana apresente uma alta no país inteiro. "Segundo nossas sondagens, a semana de 16 a 22 foi mais aquecida, além do normal."

A demanda do consumo e a quarentena de funcionários que são idosos ou do grupo de risco a covid-19 promoveu uma abertura de vagas temporárias no setor.

A Apas afirma que devem ser criadas cerca de 5.000 temporárias para caixa e repositor na região metropolitana de São Paulo para o período de março a abril. O mesmo período do ano passado registou a criação de 500 novos postos.

Fonte: Noticias ao Minuto

Pelé diz que torcia pelo Vasco na infância: 'Nunca deixei o carinho'

Maior nome da história do futebol, Pelé construiu a sua espetacular trajetória no futebol pelo Santos, mas o clube do coração na sua infância era outro. De acordo com declaração do próprio Rei, ele torcia para o Vasco.

"Em Bauru, a maioria dos meus amigos e dos amigos do meu pai eram corintianos. Não sei porque, mas eu saí Vasco", disse Pelé, em entrevista concedida ao canal de YouTube Pilhado.

De fato, uma das histórias da infância do craque o associa ao Vasco. Versões dão conta que o então garoto Edson recebeu o apelido Pelé porque gostava de se autointitular como Bilé, então goleiro do clube cruzmaltino, sempre que jogava futebol em Bauru.

A trajetória de Pelé no futebol também contou com momentos marcantes que envolveram o Vasco, o principal deles em 1969, quando marcou o seu milésimo gol em partida contra a equipe carioca, ao converter cobrança de pênalti no Maracanã.

Além disso, em 1957, Pelé vestiu três vezes a camisa cruzmaltina. Naquele ano, Santos e Vasco montaram um combinado para disputar o Torneio Internacional do Morumbi, organizado pelo São Paulo para ajudar na construção do seu estádio. Nos três jogos realizados no Maracanã, o combinado utilizou a camisa da equipe carioca. E o Rei, mesmo com apenas 16 anos, mostrou o seu faro de artilheiro ao marcar cinco gols.

Pelé recordou aqueles jogos com carinho. "Por coincidência, acabei jogando no Vasco no campeonato que tivemos. Só Deus explica uma coisa dessas, com tanto time grande em São Paulo que eu poderia ter jogado, mas eu fui jogar no Vasquinho", afirmou o Rei, acrescentando que hoje o seu coração se divide entre Santos e Vasco.

"Nunca deixei de ter carinho pelo Vasco. Para os mais jovens, preste bem atenção: Eu sou vascaíno, porque o Vasco me deu oportunidade de aparecer para o mundo inteiro e sou Santos, porque foi o clube que me criou", concluiu Pelé.

Fonte: Noticias ao Minuto

31 de março: aniversário de Rodrigo Sant'Anna

31 de março é o 90.º dia do ano no calendário gregoriano (91.º em anos bissextos).  Neste dia nasceram os atores Christopher Walken, Ewan McGregor, Rodrigo Santana, a atriz e empresária Paula Lavigne, e a ginasta Camila Comin.

Foi no dia 31 de março de 1993 que faleceu Brandon Lee, filho do lutador de artes marciais e ator Bruce Lee. Brandon Lee morreu em decorrência de um tiro acidental durante as filmagens de "O Corvo" - longa dirigido por Alex Proyas nos Estúdios Carolco, em Washington. Brandon Lee foi levado às pressas para o New Hanover Regional Medical Center, em Wilmington, Carolina do Norte, em uma cirurgia de emergência, mas acabou morrendo por hemorragia interna ainda na mesa de operações, após dez horas de tentativas frustradas para salvá-lo. 

O dia também ficou marcado quando em 1889 a Torre Eiffel é inaugurada por Gustave Eiffel que a projetou.

 Notícias ao Minuto

Nascimentos: artes

1934 - Richard Chamberlain, ator estado-unidense.

1943 - Christopher Walken, ator estado-unidense. 1955 - Angus Young, guitarrista australiano.

1969 - Paula Lavigne, atriz brasileira.

1971 - Ewan McGregor, ator britânicos. (Foto)

1981 - Rodrigo Sant'Anna, ator e humorista brasileiro.

1985 — Jessica Szohr, atriz e modelo norte americana.

Nascimentos: personalidades e figuras importantes

1948 - Al Gore, político estado-unidense.

1983 - Camila Comin, ginasta brasileira.

Mortes:

1993 - Brandon Lee, ator norte americano (n. 1965).

1995 — Selena, cantora estado-unidense (n. 1971).

Acontecimentos históricos:

1889 — A Torre Eiffel é inaugurada por Gustave Eiffel que a projetou.

1892 — Treze autoridades militares brasileiras assinam o Manifesto dos 13 generais contestando a legitimidade do governo e condenando as atitudes de Floriano Peixoto contra rebeliões nos estados e solicitando a convocação de nova eleição para a presidência da república.

1918 — O Horário de verão entre em vigor nos Estados Unidos pela primeira vez.

1931 — Um sismo destrói Manágua, Nicarágua, matando 2 000 pessoas.

1965 — O Pico da Neblina, ponto mais alto do Brasil com 2 993,78 m de altitude, é escalado pela primeira vez.

1995 — Selena é assassinada pela presidente do fã-clube, Yolanda Saldívar, em um Days Inn, em Corpus Christi, Texas, após acusações de Saldivar desviar dinheiro do fã-clube de Selena. 

Feriados e eventos:

Dia Nacional da saúde e nutrição

Fonte: Wikipedia

Fonte: Noticias ao Minuto

Planalto intervém e centraliza a divulgação sobre coronavírus

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Com o objetivo de "unificar a narrativa", a Casa Civil da Presidência da República encaminhou um ofício aos demais ministérios em que exige que todas as notas à imprensa sobre a pandemia de coronavírus recebam o aval do Palácio do Planalto antes da divulgação.

No mesmo documento, o chefe da Casa Civil, general Walter Braga Netto, diz às demais pastas que todas as coletivas de imprensa de órgãos do governo sobre a Covid-19 deverão ser realizadas no Palácio do Planalto, em coordenação com a Secom (Secretaria de Comunicação Social da presidência).

"Toda nota à imprensa a ser divulgada pelas Ascom [assessorias de comunicação] somente poderá ser publicada após coordenação com a Secom para que haja unificação da narrativa", diz o ofício.

Braga Netto coordena o comitê de crise para coordenar e monitorar o combate à doença no Brasil.

Nos últimos dias, o presidente Jair Bolsonaro decidiu centralizar no Planalto os anúncios de ações do governo sobre o enfrentamento à pandemia.

Nesta segunda-feira (30), o governo informou que seria adotado um novo procedimento para as entrevistas. O Ministério da Saúde terá de fazer seus comunicados à imprensa no palácio.

Na primeira entrevista nesse formato, nesta segunda, o ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde) foi o último a falar, depois de terem se pronunciado representantes da Casa Civil, Infraestrutura, Advocacia-Geral da União, Defesa e Cidadania. Nenhuma das pastas anunciou medidas novas, à exceção da Saúde.Braga Netto negou que as mudanças no formato da apresentação dos dados tivessem como pano de fundo problemas políticos.

As falas de Mandetta foram repletas de recados a Bolsonaro, antes da interrupção da entrevista. Apesar do anúncio do governo de que seriam aceitas oito perguntas, a entrevista foi interrompida depois da quarta, justamente após questionamento sobre as andanças de Bolsonaro no Distrito Federal no dia anterior.

O ministro disse, por mais de uma vez, que continuará tendo uma atuação técnica no comando do enfrentamento da crise do coronavírus, que já matou 159 pessoas no Brasil.

"A pasta da Saúde continua técnica, continua científica", afirmou. "A Saúde é um norte, um farol. Enquanto não temos uma resposta mais cientificamente comprovada, a Saúde vai falar 'para e vamos evitar contágio'. Isso não é a Saúde ser boa ou má, estar certa ou estar errada. Isso é nosso instinto de preservação", disse Mandetta.

A atitude tomada pelo Planalto vai no sentido oposto a uma ação coordenada que ministros, integrantes do Congresso e do STF (Supremo Tribunal Federal) tentaram fazer no último sábado (28).

O ministro Gilmar Mendes, do STF, foi escalado por Jorge Oliveira (Secretaria-Geral) e André Mendonça (AGU) para uma conversa com o presidente no Palácio da Alvorada. O magistrado sugeriu a Bolsonaro que ele transformasse o comitê de crise em um órgão com poder efetivo, a exemplo do que fez Fernando Henrique Cardoso durante o apagão elétrico em 2001. À época, Gilmar estava à frente da AGU.

Incomodado com a publicação de matérias que expunham a tentativa de autoridades de fazê-lo mudar de postura e tirar o seu protagonismo, Bolsonaro reagiu. Menos de 24 horas depois de receber o conselho, Bolsonaro passeou pelo comércio de Brasília e deu um recado. "Alguns querem que eu me cale. 'Ah, siga o protocolo'. Quantos médicos não seguem o protocolo."

Fonte: Noticias ao Minuto

segunda-feira, 30 de março de 2020

Nova iorquino emocionado ao ver empilhadora transportar cadáver

A pandemia do novo coronavírus tem feito diariamente centenas de vítimas mortais por todo o mundo, sendo que os Estados Unidos  estão prestes a se tornar o novo epicentro da Covid-19.

Um vídeo que se tornou viral nas redes sociais mostra vários corpos de vítimas do coronavírus sendo carregados para um caminhão frigorífico com a ajuda de uma empilhadora.

A situação aconteceu junto a um hospital de Brooklyn, em Nova York, um dos pontos mais críticos desta pandemia nos EUA. "Isto é real, isso não é uma piada. É difícil ver isto, é difícil acreditar nisto", diz o homem que gravou estas imagens.

As imagens impressionantes foram partilhadas por Roberto Requião, ex-senador e ex-governador do Paraná, que aproveitou para deixar um alerta à população por causa da pandemia.

"Partilho cenas fortes, vamos ver se convenço os que ainda estão na dúvida. Este é um hospital no Brooklyn, Nova York. Estão retirando corpos de empilhadora! Entenderam? De empilhadora! Nova York tem metade das mortes nos EUA", escreveu o político.

O estado norte-americano de Nova York superou no domingo as mil mortes de infectados com a Covid-19, um mês após se detectar o primeiro caso e quando há nove dias se registravam apenas 35 mortos.

Fonte: Noticias ao Minuto

Instagram. CEO está liderando a empresa a partir da garagem

O CEO do Instagram, Adam Mosseri, deu uma entrevista à CNN onde revelou estar liderando a força laboral da empresa tecnológica a partir da sua garagem, em São Francisco nos EUA. O líder da empresa descreveu o que a rede social está fazendo para incentivar as pessoas a ficarem em casa.

Mosseri aponta o fato de, durante anos o Instagram ter sido usado para partilhar conteúdo de viagens e experiências diversificadas, notando que espera uma diminuição das publicações nesta fase. “Não há forma de contornar isso, por isso é que é tão importante ficarmos criativos e garantir que continuamos a garantir que as pessoas ficam seguras na plataforma”, notou Mosseri.

O Instagram lançou recentemente um novo separador com o seu próprio ‘sticker’, o “Stay At Home”, onde são reunidas as Stories e publicações de páginas conhecidas que queiram promover a iniciativa.

Fonte: Noticias ao Minuto

As dicas de Selena Gomez para a quarentena: Filmes, músicas e séries

Selena Gomez usou as suas redes sociais este fim de semana para partilhar com o seus seguidores algumas dicas úteis para quem está em casa de quarentena. 

"Aqui estão algumas coisas que eu tenho visto, ouvido e lido para me deixar com o pensamento positivo e ajudar o tempo a passar", escreveu a cantora ao partilhar uma lista dos  filmes, músicas, séries e livros que a têm ajudado a passar o tempo. 

Filmes

'Jennifer's Body', 'Trapaça', 'As Patricinhas de Beverly Hills', 'Depois do Casamento', 'Zodiac' e 'O Homem Invisível' são os principais nomes da sua lista. 

Séries

'The Morning Show', 'Good Girls', 'The Mind Explained' e 'The Servant', estão entre as séries eleitas. 

Música

'If The World Was Ending', de JP Saxe e Jillian Michaels, 'You Say', de Lauren Diagle, 'The Box', de Roddy Richh, e 'The Blessing', de Kari Jobe, Cody Carnes e Elevation Worship, fazem parte da trilha sonora escolhida por Selena para este momento. A cantora mostrou ainda estar bem resolvida com o seu passado ao referir a música 'Snowchild', tema de The Weeknd - seu ex-namorado. 

Livros

A biografia de Michelle Obama, Becoming, está entre as suas preferências. Ela também indica The Undocumented Americans, de Karla Cornejo Villavicencio, e Signs: The Secret Language of the Universe, de Laura Lynn Jackson.

Fonte: Noticias ao Minuto

Preço da cesta básica aumenta em 15 capitais

O custo da cesta básica teve aumento em 15 das 17 capitais pesquisadas em março, do dia 1º até o dia 18, quando o levantamento de preços foi suspenso em razão da pandemia de coronavírus. Os dados parciais, divulgados hoje (30), são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

As altas mais expressivas na cesta ocorreram em Campo Grande (6,54%), Rio de Janeiro (5,56%), Vitória (5,16%) e Aracaju (5,11%). As quedas foram observadas apenas em Belém (-3,27%) e São Paulo (-0,24%).

A capital de estado com o grupo de produtos básicos mais caro foi o Rio de Janeiro (R$ 533,65), seguida de São Paulo (R$ 518,50) e Florianópolis (R$ 517,13). Os menores valores médios foram verificados em Aracaju (R$ 390,20) e Salvador (R$ 408,06). 

Com base na cesta mais cara, o Dieese estima que o valor do salário-mínimo necessário, em março de 2020, deveria ser de R$ 4.483,20 ou 4,29 vezes o mínimo atua, de R$ 1.045

Nos 18 primeiros dias de março, houve principalmente alta nos preços do tomate, da banana, do açúcar, óleo de soja, leite integral e da batata. Já o valor da carne bovina de primeira teve redução na maior parte das cidades, segundo Dieese.

O preço médio do tomate aumentou em 16 capitais. As maiores altas foram registradas em Campo Grande (58,44%), Vitória (42,86%), Rio de Janeiro (30,59%), Aracaju (27,00%) e Natal (26,94%). A redução ocorreu em Belém (-11,06%). A menor quantidade de tomate, devido à desaceleração da colheita, elevou o preço no varejo. 

A banana (nanica e prata) teve o preço aumentado em 14 capitais. Os maiores aumentos foram registrados em Salvador (16,19%) e Campo Grande (14,19%). As reduções foram registradas em Recife (-6,68%) e Belém (-2,10%). 

O valor do quilo do açúcar subiu em 14 capitais. As taxas oscilaram entre 0,41%, em Natal, e 5,08%, em Campo Grande. Em São Paulo e Florianópolis, diminuiu 0,73% e 0,35%, respectivamente. 

O preço médio do óleo de soja subiu em 14 capitais, com taxas que variaram entre 0,47%, em Aracaju, e Belém, e 7,31%, em Recife. Houve queda em Natal (-1,77%) e Brasília (-0,26%). Segundo o Dieese, a demanda internacional e a desvalorização do real diante do dólar mantiveram em alta o preço da soja. Além disso, grande parte do óleo de soja tem sido destinada à produção de biodiesel, reduzindo a oferta. 

O leite integral aumentou em 13 capitais. As maiores altas foram registradas em Campo Grande (7,1%), Recife (5%) e Florianópolis (3,45%). Houve diminuição em Belém (-2,60%), Belo Horizonte (-1,24%) e Brasília (-0,53%).

O preço do quilo da batata, pesquisada no Centro-Sul, aumentou em sete cidades, ficou estável em Porto Alegre e diminuiu em Florianópolis (-3,10%) e Vitória (-1,86%). As altas mais expressivas foram as de Campo Grande (23,35%) e Rio de Janeiro (12,25%).

Já o quilo da carne bovina, de primeira, diminuiu em 10 capitais. As quedas variaram entre -2,95%, em Recife, e -0,21%, em Natal. As altas mais significativas ocorreram em Florianópolis (7,80%) e Curitiba (2,67%). 

Com informação: Agência Brasil

Fonte: Noticias ao Minuto

Líder do governo propõe incluir fintechs no 'coronavoucher'

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo no Senado, quer que empresas de tecnologia que atuam no setor financeiro - as fintechs - também possam fazer os pagamentos do auxílio emergencial a trabalhadores e demais grupos afetados pela pandemia do coronavírus.

O parlamentar apresentou uma emenda ao projeto complementar que o Senado vai votar nesta terça-feira (31) e que vai contemplar categorias que ficaram de fora do texto aprovado nesta segunda (30) pelos senadores.

Pelo projeto aprovado nesta segunda, o auxílio emergencial será operacionalizado e pago por bancos públicos, que ficam autorizados a fazer o pagamento por meio de conta do tipo poupança social digital.

Bezerra quer ampliar esse dispositivo e estender a operacionalização e pagamento a outras instituições financeiras e às fintechs. O objetivo é tornar mais rápido o pagamento do auxílio emergencial durante a crise provocada pela doença.

Além disso, a intenção é ampliar as formas de acesso ao benefício de forma a evitar aglomerações geradas pelo atendimento presencial.

"Lembro que algumas [fintechs] operam 24 horas por dia, 7 dias por semana, assegurando atendimento permanente e mais abrangente do que os bancos tradicionais", escreveu Bezerra em uma rede social. O texto que o senador quer incluir veda a cobrança de tarifa pela transferência de valores.

Pelo texto aprovado nesta segunda, a instituição financeira pública poderá abrir automaticamente a conta em nome dos beneficiários do auxílio concedido pelo governo. Não será necessário apresentar documentos e a conta não poderá cobrar tarifas de manutenção.

A poupança digital permitirá ao menos uma transferência eletrônica por mês, sem custos, para conta bancária mantida em qualquer instituição financeira habilitada a operar pelo Banco Central. A conta poupança não terá cartão físico ou cheques.

O relator do texto complementar que será votado nesta terça, senador Esperidião Amim (PP-SC), diz não se opor à proposta de Bezerra. Assim como ele, outros líderes consultados pela reportagem também apoiam a medida.

O texto complementar contemplaria pescadores artesanais, aquicultores, motoristas de táxi e de aplicativos e comunidades indígenas. Há uma ideia defendida no Senado de incluir adolescentes grávidas entre as possíveis beneficiadas pelo auxílio.

Nesta segunda, o Senado aprovou o projeto que prevê concessão de auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais e de R$ 1.200 para mães responsáveis pelo sustento da família.

O chamado "coronavoucher" será pago em três prestações mensais, conforme texto votado no Senado.O projeto foi aprovado por unanimidade, com 79 votos a favor. Agora, só depende de sanção do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

 

Fonte: Noticias ao Minuto

Quase 7.000 brasileiros ainda aguardam repatriação no exterior

VIÇOSA, MG E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Desde que a pandemia de coronavírus levou ao fechamento de fronteiras e ao cancelamento de voos em vários países, cerca de 8.600 brasileiros foram repatriados, segundo o Itamaraty. Mas quase 7.000 ainda não conseguiram voltar - são 6.960, segundo o levantamento do ministério.

Na Índia, quase 180 turistas distribuídos em 27 cidades buscam uma chance de voltar em meio a um rígido isolamento decretado pelo governo. Na África do Sul, 400 brasileiros ainda aguardam repatriação, de acordo com dados da embaixada.

Em Cuba, um grupo chegou a dormir no aeroporto e agora está retido em um hotel, tendo que pagar preços altos nas diárias, refeições e até para uso de internet. Em Portugal, há pessoas que tiveram os voos cancelados até três vezes e que estão pagando tarifas muito acima das normais para conseguir voltar.

No Peru, a maioria dos que estavam em Cusco e Lima foram repatriados em voos comerciais ou da FAB (Força Aérea Brasileira). Mas aqueles que estavam em cidades mais distantes ainda estão sem previsão de volta. Na última quinta (26), um grupo foi transferido de Arequipa para Lima e aguarda informações sobre o retorno ao Brasil. Eles tentam remarcar os voos de volta desde o último dia 15, quando o governo decretou o fechamento das fronteiras e a suspensão dos voos.

Enquanto isso, correm o risco de contrair o coronavírus em território estrangeiro, sem poder recorrer aos seguros de viagem, que não cobrem gastos de saúde em casos de pandemia. Em duas cidades, turistas brasileiros foram impedidos de sair da hospedagem onde estão após um hóspede ter a doença.

É o caso do engenheiro Felipe Nähring, 31, que está em Arequipa e foi impedido de sair do hotel poucas horas antes de um ônibus enviado pela embaixada buscar os brasileiros de lá para Lima. "Fui surpreeendido com diversos policiais e profissionais de saúde na porta do meu quarto colocando-me em quarentena, pois existiria um suposto caso de Covid-19 no hotel em que estou hospedado e, portanto, o hotel deve ficar isolado até que todas as pessoas estejam testadas", conta.

Após pressão da embaixada, diz, na sexta (27) foi feita uma coleta de seu sangue, que seria enviada para teste. "As informações são desencontradas, pois em teoria só fazem exames em quem apresenta sintomas, e não é o meu caso. E os médicos não sabem precisar se, com o resultado negativo, eu estarei liberado para sair do hotel e seguir viagem", diz ele.

Na cidade de Cusco, o mesmo aconteceu com cinco brasileiros que estão em um hostel onde foram detectados alguns casos de coronavírus. Eles não puderam sair de lá e pegar os voos que a embaixada negociou para repatriação.

Um deles, Péricles de Oliveira Júnior, 48, foi transferido para outro hotel na noite de domingo (29), com outras 14 pessoas. "Fui pego de surpresa. Foi uma operação rápida: tive que pagar minha estada e as refeições. Disseram que o hostel tem mais sete casos de coronavírus e o governo peruano achou melhor desafogar o recinto para não piorar a situação."

Ele está em um dormitório com outros dois estrangeiros. "Não podemos sair do quarto. Não sabemos por quanto tempo ficaremos aqui. Disseram que em três dias podem nos transferir para outro lugar."

Na mesma situação estão quatro brasileiros que embarcaram em um cruzeiro em Buenos Aires que se dirigia a San Antonio, no Chile. Desde o dia 21, o MS Zaandam não consegue autorização para atracar. O motivo: das mais de 1.800 pessoas a bordo, ao menos dois passageiros contraíram Covid-19 e outros quatro morreram - as causas não foram confirmadas.

A Holland America Line, empresa responsável pelo cruzeiro, disse à reportagem que dois brasileiros continuam no Zaandam. Os outros dois foram transferidos com os demais passageiros sem sintomas para outra embarcação, o MS Rotterdam. Os dois navios seguem, nesta segunda (30), para Fort Lauderdale, no estado americano da Flórida.

Não há confirmação, entretanto, de que os passageiros poderão sair do navio. O prefeito da cidade, Dean Trantalis, e o governador do estado, Ron DeSantis, disseram ser contrários ao desembarque. "Não podemos permitir que pessoas que nem são da Flórida sejam despejadas aqui para usar nossos valiosos recursos", disse DeSantis. O estado de saúde e a identidade dos brasileiros não foram divulgados.

Em Cuba, os brasileiros retidos não conseguem nem internet para se comunicar. No hotel onde eles estão hospedados - e de onde não podem sair para nada, segundo regras do governo cubano -, são cobrados R$ 50 por cinco horas de uso. Alguns chegaram a dormir no aeroporto por alguns dias.

"Estamos tentando voltar desde o dia 21, quando soubemos que nosso voo foi cancelado. Já estou sem recursos para arcar com os altos custos altos de hospedagem e alimentação. Não podemos sair das dependências do hotel, correndo o risco de sermos multados ou até presos", diz a relações públicas Ursula Araujo, 39.

Ela relata que há cerca de 25 brasileiros nessa situação e que eles inicialmente foram orientados pela embaixada a procurar as companhias aéreas, mas não foram atendidos.

Na última terça (24), depois que ela foi pessoalmente à embaixada, diz que a atitude do órgão mudou. "A partir daí, eles passaram a ir lá no aeroporto, a compartilhar que estavam em contato com Itamaraty, Copa Airlines, Latam... Nos entregaram doações de residentes, providenciaram remédios, médico para revisão dos sinais vitais dos mais velhos", relata ela, que reclama da falta de perspectiva de retorno.

Na Índia, entre os 178 brasileiros que aguardam notícias sobre uma possível repatriação, há idosos, uma mulher grávida, mochileiros com o dinheiro no fim e muita gente sendo despejada de hotéis, que não podem mais funcionar. Alguns, que estão em regiões com quarentena mais rígida, dizem que não podem sair nem para comprar comida.

"Tem companhia aérea que já disse que só volta a operar em julho, agosto. Algumas cancelaram os voos em definitivo", diz a agente de viagem Rebeca Angélica, que está em Rishikesh, no norte do país, e também tenta voltar.

Ela diz que estão sendo bem tratados pela embaixada, mas reclama da lentidão do processo. "Todo mundo já está saindo daqui. Quanto mais tempo demorarmos, mais correremos riscos nos voos internacionais."

Na África do Sul, com a quarentena decretada na última quinta (27), alguns turistas dirigiram mais de mil quilômetros para chegar à capital, Joanesburgo, e tentar voos de retorno. Uma delas é a administradora paulistana Carolina Sapienza, 24, que estava em Port Elizabeth, no sul do país, com o namorado.

No caminho, foi parada quatro vezes pela polícia, que perguntava o motivo de o casal estar fora de casa. Encontrou também uma greve de moradores contra as medidas do governo, com barricadas de pneus em chamas. No primeiro hotel em que se hospedaram em Joanesburgo, não havia água nem comida, e os mercados da cidade estavam fechados.

No país com o marido, o filho e duas netas, a museóloga Yara Rovai, 63, percorreu com a família mais de 1.500 quilômetros de carro saindo da Cidade do Cabo. Yara diz que não conseguiu contato com a empresa aérea que a levou, a Latam, e está especialmente preocupada porque toma uma dose diária de hormônio (por não ter a tireóide) e a quantidade que tem do medicamento é restrita.

"Talvez eu consiga voar nesta quarta (1o) porque coloquei minha reserva no aplicativo da Latam e consegui fazer o check-in", diz. Carolina também conseguiu fazer o check-in para o voo desta quarta.

Em nota, a Latam informou que aguarda a autorização do governo sul-africano para repatriar os brasileiros no voo do dia 1º e que só após essa anuência poderá confirmar a viagem.

A empresa afirma que "os cancelamentos dos voos, independentemente do país, estão atrelados à súbita queda da demanda causada exclusivamente pela crise do coronavírus e, ainda, potencializada pelos fechamentos de fronteiras".

Em nota, a embaixada em Pretória afirmou que trabalha na contratação de outra aeronave fretada, com escala na Cidade do Cabo, para os brasileiros que não foram incluídos no voo da Latam.

Questionado sobre o caso dos demais brasileiros em outros países, o ministério das Relações Exteriores afirmou que "todos os brasileiros retidos no exterior estão sendo considerados pelo Itamaraty".

"A prioridade continua a ser dada para que os brasileiros possam ser acomodados nos voos comerciais que ainda estejam em operação. Casos específicos de fechamento de espaço aéreo são analisados individualmente para viabilização da outra solução que permita lograr o objetivo da repatriação, como foi o caso de Cusco, com voo da FAB, e em Quito, com voo fretado", afirma a nota.

Fonte: Noticias ao Minuto

Pandemia de coronavírus faz Justiça dos EUA libertar Marin

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - José Maria Marin, 87, ganhou liberdade em meio à pandemia do novo coronavírus. Nesta segunda-feira (30), a Justiça norte-americana concedeu liberação antecipada ao ex-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), detido em uma prisão federal dos Estados Unidos por crimes de corrupção ligados à sua atuação como dirigente.

Em sua decisão, a juíza Pamela Chen citou a idade de Marin, sua "saúde significativamente deteriorada" e "o risco elevado de graves consequências para a saúde devido ao atual surto de Covid-19". O pedido havia sido feito pelos advogados do brasileiro no domingo (29).

Marin está na penitenciária de segurança máxima de Allenwood, no estado da Pensilvânia. Lá foi registrado ao menos um caso de detento infectado pelo coronavírus, o que levou os promotores do caso a concordarem com a argumentação para a redução da pena.

A decisão reduz em um ano e dois meses a pena do ex-dirigente, condenado em dezembro de 2017 a 41 meses de prisão. A previsão era que ele permanecesse detido, portanto, até maio de 2021, mas ele deverá ser liberado nos próximos dias e pretende retornar ao Brasil.

José Maria Marin foi considerado culpado de seis dos sete crimes pelos quais fora acusado. Integrar organização criminosa, cometer fraude bancária (três vezes) e lavar dinheiro (duas vezes) são os crimes pelos quais foi condenado.

Eles estão ligados à sua atuação entre 2012 e 2015, período no qual foi presidente da CBF. Os crimes têm relação com a organização de campeonatos como a Copa do Brasil, a Copa América e a Copa Libertadores.

Marin e mais cinco dirigentes de futebol de outros países foram presos inicialmente em maio de 2015, em um hotel na Suíça, onde estavam para evento da Fifa. Extraditado para os Estados Unidos, ele ficou em prisão domiciliar em Nova York até sua condenação, em dezembro de 2017, quando foi levado a um presídio em Nova York e, posteriormente, à penitenciária em Allenwood.

O antecessor de Marin, Ricardo Teixeira, e seu sucessor, Marco Polo del Nero, também foram denunciados pela Justiça norte-americana pelos mesmos crimes. No entanto, como o Brasil não extradita seus cidadãos, eles não foram julgados nos Estados Unidos.

Fonte: Noticias ao Minuto

Mandetta admite dificuldade para comprar testes: não vai ter para todos

O Ministério da Saúde anunciou a chegada de 500 mil testes rápidos importados nesta segunda-feira, 30, para detectar o novo coronavírus. A demanda da pasta, no entanto, é muito maior: 22,9 milhões entre os dois tipos de testes encomendados.

Em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, o chefe da pasta, Luiz Henrique Mandetta, admitiu que não haverá recursos para testes em "todo mundo" após ser questionado pelo Estadão/Broadcast Político sobre a disponibilidade de exames e os critérios de distribuição.

Nesse contexto, o sistema público se prepara para realizar exames em pacientes graves, profissionais de saúde e de segurança e por amostragem em casos leves. O Brasil registra 4.579 casos confirmados da covid-19, transmitida pelo novo coronavírus. As mortes pela doença chegam a 159.

Uma das dificuldades citadas pelas autoridades é justamente a subnotificação de casos, ou seja, o número pode ser muito maior considerando diagnósticos que deixaram de ser feitos no País. A dificuldade, de acordo com o ministério, é com a disponibilidade de testes nos países produtores, como China e Estados Unidos.

"Há um desabastecimento global de insumos para produção dos testes, ou seja, acaba afetando a disponibilidade", afirmou o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Wanderson de Oliveira, na coletiva realizada no Palácio do Planalto.

A pasta encomendou dois tipos de testes: o RT-PCR, usado para diagnosticar a covid-19 em pacientes graves internados e por amostragem em casos leves em locais estratégicos do País. Esse exame é feito retirando uma secreção do nariz do paciente e pode identificar a doença já no começo dos sintomas. Para esses, o ministério espera receber 40 mil testes da Fiocruz até quarta-feira, 1.

Outro teste, o chamado "teste rápido", será feito em profissionais de saúde e de segurança para identificar se essas pessoas já tiveram coronavírus no passado e podem voltar ao trabalho. Esse diagnóstico serve para monitorar o avanço da doença no País e levantar a quantidade de pessoas que desenvolveram defesa no organismo ao vírus, segundo Mandetta. Mas só identifica o vírus a partir do sétimo dia do início dos sintomas. Para esse, a pasta espera ter a entrega de 1,5 milhão de testes por mês.

Frente à falta de materiais para diagnóstico, o ministro chamou a atenção para a quantidade limitada de kits. "Não façam um ataque aos kits. Nós vamos comprar, já compramos, 5 milhões. Esse avião (hoje) está chegando com 500 mil. Na hora que dividir, vai dar um pouquinho para cada local", disse Mandetta em uma fala direcionada às secretarias estaduais e municipais de Saúde.

O ministro chegou a citar a realização dos testes como condição para estabelecimentos comerciais reabrirem. "O dono do restaurante vai ter que testar os seus funcionários antes para saber quem tem anticorpo", declarou, sem detalhes.

Para os secretários de saúde, Mandetta fez apelo por critérios para aplicação e protocolos definidos pela pasta. "Se falar 'vamos fazer de todo mundo', vai acabar o teste em um dia e vão falar 'manda mais'. Não é assim que vai funcionar." Outra possibilidade, declarou, é a realização de exames com resultados enviados por aplicativo. A plataforma está sendo "cristalizada" pelo governo, de acordo com o ministro.

Fonte: Noticias ao Minuto

Campeão mundial de boxe é suspenso por sugerir violência doméstica

O boxeador britânico Billy Joe Saunders teve sua licença para lutar suspensa nesta segunda-feira depois de publicar um vídeo nas redes sociais no qual parecia sugerir o uso da violência doméstica pelos homens contra suas parceiras em meio ao surto de coronavírus.

O campeão dos super médios da Organização Mundial de Boxe se filmou malhando com um saco de boxe e oferecendo conselhos aos homens sobre como acertar as mulheres caso elas os perturbem durante o período de isolamento social. "Se sua velha mulher está lhe enchendo o saco e você tenta ser paciente, você tenta ficar calmo, mas depois do sexto dia você está prestes a explodir...", afirmou.

O Conselho Britânico de Controle de Boxe disse que está investigando os comentários de Saunders e que, enquanto isso, decidiu suspender sua licença por má conduta. A entidade ainda explicou que uma audiência será realizada "em um momento e local para ser confirmada (a suspensão) o mais rápido possível."

Saunders, invicto em 29 lutas, estava perto de acertar a realização de um combate contra Saul "Canelo" Alvarez em Las Vegas antes do início da pandemia. Ele ganhou 14 delas por nocaute, sendo a última em novembro, diante do argentino Marcelo Esteban Coceres.

O britânico pediu desculpas por seus comentários. Saunders afirmou ainda que fará uma doação de 25 mil libras (aproximadamente R$ 161 mil) a uma organização que luta contra a violência doméstica.

"Foi um erro bobo, mas eu não quis causar mal a ninguém e eu certamente não promoveria a violência doméstica", disse. "Há pessoas morrendo em todo o mundo com coronavírus e eu estava apenas tentando fazer uma piada", acrescentou. "Claramente não funcionou. Meu senso de humor não é para todos", concluiu.

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Fonte: Noticias ao Minuto

Mercado financeiro projeta queda de 0,48% na economia este ano

Devido à pandemia de covid-19, o mercado financeiro espera por retração da economia brasileira este ano. De acordo com o boletim Focus, do Banco Central (BC), a previsão de queda do Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de 0,48%. Na semana passada, a estimativa era de crescimento de 1,48%. Essa foi a sétima redução seguida na projeção.

O boletim semanal do BC traz as projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos nos próximos anos. As previsões do mercado para o PIB de 2021, 2022 e 2023 continuam em 2,50%.

Veja também: Senado vota hoje auxílio de R$ 600 para autônomos e informais

Já a cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,50, a mesma previsão da semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,30.

As instituições financeiras consultadas pelo BC também reduziram a previsão de inflação de 2020. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu, pela terceira vez seguida, ao passar de 3,04% para 2,94%.

Para 2021, a estimativa de inflação também foi reduzida, de 3,60% para 3,57%. A previsão para os anos seguintes, 2022 e 2023, não teve alterações e permanece em 3,50%.

A projeção para 2020 está abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre o ano em 3,50% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Para o final de 2021, a expectativa é que a taxa básica suba para 5% ao ano. A previsão anterior, para o final de 2021, era 5,25%. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano e 6,25% ao ano, respectivamente. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Noticias ao Minuto

Olimpíada de Tóquio será de 23 de julho a 8 de agosto de 2021

Seis dias depois do anúncio oficial do adiamento por conta da pandemia do novo coronavírus, os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio já têm nova data. Nesta segunda-feira, o Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou que a Olimpíada será disputada entre os dias 23 de julho e 8 de agosto de 2021, no mesmo período que seria realizada neste ano (24 de julho a 9 de agosto). O mesmo vale para a Paralimpíada, que começará em 24 de agosto e irá até 5 de setembro.

A decisão do novo calendário foi tomada após estudos e negociações entre o presidente do COI, o alemão Thomas Bach, e dirigentes das federações esportivas e de comitês nacionais. A nova data cumpre a promessa da entidade de que os Jogos de Tóquio-2020 seriam realizados até o verão de 2021 no hemisfério norte.

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"Quero agradecer às Federações Internacionais pelo apoio unânime e às Associações Continentais dos Comitês Olímpicos Nacionais pela grande parceria e pelo apoio no processo de consulta nos últimos dias. Também gostaria de agradecer à Comissão de Atletas do COI, com quem mantemos contato constante. Com este anúncio, estou confiante de que, trabalhando em conjunto com o Comitê Organizador de Tóquio-2020, o Governo Metropolitano de Tóquio, o Governo Japonês e todas as nossas partes interessadas, podemos superar esse desafio sem precedentes. Atualmente, a humanidade se encontra em um túnel escuro. Estes Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 podem ser uma luz no fim deste túnel", disse Bach, em comunicado oficial.

Nesta segunda-feira em Tóquio, membros do Comitê Executivo do COI e do Comitê Organizador realizaram o primeiro encontro desde que os Jogos Olímpicos foram adiados na terça passada. Em uma primeira entrevista com os jornalistas após a reunião, as novas datas não foram confirmadas. Pouco tempo depois, porém, uma nova coletiva foi convocada às pressas para comunicar o anúncio oficial.

"O calendário dos Jogos é a chave para a preparação dos atletas. Isso vai acelerar o nosso progresso", disse Yoshiro Mori, presidente do Comitê Organizador, na entrevista coletiva desta segunda-feira. "Nós queríamos ter mais espaço (datas) para a qualificação dos atletas".

Os Jogos de Tóquio-2020, que continuará com o mesmo nome, foram oficialmente adiados na última terça-feira por causa da pandemia do covid-19. A decisão foi tomada após uma teleconferência entre Bach e Shinzo Abe, primeiro ministro do Japão, para resguardar a segurança de atletas, técnicos e de todos que participariam diretamente ou indiretamente das competições.

O orçamento dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos terá de ser revisto. O contrato com algumas das sedes esportivas também passará por uma renegociação. Há ainda a preocupação sobre como ficará a questão dos ingressos e devolução de dinheiro para quem não quiser mais ir a Tóquio em 2021.

Fonte: Noticias ao Minuto

Rafa se queixa de Gizelly; famosos se dividem entre Manu e Prior

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A formação do novo paredão no Big Brother Brasil 20 mexeu com os participantes da casa e com suas torcidas do lado de fora da casa. Nomes como o da cantora Zélia Duncan, o da atriz Marina Ruy Barbosa e do jogador de futebol Gabriel Barbosa, o Gabigol, já declararam suas torcidas.

O paredão acabou sendo formado por Felipe Prior, indicado da líder, Gizelly; Manu, puxada para a berlinda por Prior; e Mari, que foi a última colocada na prova do líder, da última quinta (26). Gabi e Flay também estavam chegaram a ser indicadas, mas conseguiram se livrar ao vencerem o Bate e Volta de domingo (29).

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A formação do paredão deixou a noite agitada na casa do reality. Manu chorou e afirmou ter sido pega de surpresa pela atitude de Prior, que ela achou muito agressiva durante sua indicação.

Já Prior, que chegou a ter uma discussão com Gizelly durante a votação, se desentendeu com Babu pouco depois.Rafa, que se livrou da berlinda, também ficou abalada, após Prior revelar, que ouviu Gizelly dizer que Pyong, Rafa e Manu são ricos e, por isso, não precisariam ganhar o programa. "Eu sei que não existe a maldade de comentar, mas a gente tem que pensar. É extremante doloroso ouvir da maneira como ele falou", desabafou ela.

TORCIDAS

Mas a formação do paredão também mexeu com as torcidas dos competidores, que envolvem muitos famosos. Bruna Marquezine, amiga pessoal de Manu, não demorou a usar a hashtag #ForaPrior, seguida por Agatha Moreira, Bruno Gagliasso.

Já os jogadores de futebol Gabriel Barbosa, o Gabigol, e Richarlison foram de #ForaManu."Negócio é o seguinte... Se Manu sair, vou pegar uma camisa aqui e sortear pra vocês", prometeu Richarlison de Andrade, que joga no time inglês Everton, em sua conta no Twitter. Gabigol, do Flamengo, então afirmou que terá uma camisa dele também a ser sorteada.

Já Ágatha Moreira, pediu pela saída de Prior: "Tem um monte de gente me dizendo que as redes do Babu estão fazendo campanha pro Prior por que é o único amigo dele na casa. Mas eu sempre achei o contrário, o único amigo de Prior é o Babu. E ao meu ver, o Babu é ainda mais incrível sem ele", afirmou a atriz.

Fonte: Noticias ao Minuto

Messi diz que elenco do Barcelona aceitou reduzir salários em 70%

O craque argentino Lionel Messi tornou oficial nesta segunda-feira, através de suas redes sociais, que o elenco do Barcelona aceitou reduzir o salário em 70% face à pandemia do novo coronavírus, que está afetando todo o mundo, durante o Estado de Emergência decretado na Espanha. Os cortes salariais já eram conhecidos, como a direção do clube catalão anunciou na semana passada, mas os valores dos cortes ainda não haviam sido revelados.

"Antes de mais nada queremos deixar claro que a nossa vontade sempre foi a de reduzir o nosso salário porque entendemos perfeitamente que se trata de uma situação excepcional e somos SEMPRE os primeiros a ajudar o clube quando nos é pedido", começou dizendo Messi, em um post no seu Instagram, deixando ainda uma clara mensagem à direção do clube.

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"Não deixa de nos surpreender que dentro do clube houvesse quem nos quisesse colocar pressão para fazermos algo que para nós sempre foi claro que faríamos", acrescentou, revelando então que os cortes nos salários do elenco serão de 70%.

Além disso, ainda no mesmo comunicado oficial, Messi revela que os jogadores farão uma contribuição para que os funcionários do Barcelona possam continuar recebendo seus salários de forma integral. "Vamos fazer contribuições para permitir que os funcionários do clube recebam 100% dos seus pagamentos", disse o argentino.

"Não queremos nos despedir sem enviar um afetuoso abraço e muita força a todos os torcedores do Barcelona que estão em situação difícil neste momento tão duro. Assim como todos que esperam pacientemente o final desta crise em suas casas. Juntos, rapidamente vamos sair disso", encerrou Messi.

A pandemia do novo coronavírus levou o esporte a uma paralisação em quase todo o mundo e o futebol espanhol está suspenso por tempo indeterminado. E essa paralisação vem atingindo a receita de clubes de todo o país.

Fonte: Noticias ao Minuto